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Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação.

Curso de Museologia: Bacharelado.

 

Autor: Luciana Oliveira de Brito

Orientador: Lizete Dias de Oliveira

 

Resumo

 

O trabalho demonstra que o conceito de patrimônio é culturalmente construído e historicamente determinado, alterando-se conforme as mudanças dos contextos onde está inserido. Apresenta a trajetória do conceito de patrimônio através do estudo das Cartas Patrimoniais da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) e do ICOMOS (Conselho Internacional de Monumentos e Sítios), documentos de referência para a definição de políticas de preservação e elaboração de leis de proteção do patrimônio. Estabelece uma comparação entre as concepções de patrimônio segundo as visões ocidental e oriental: uma que prioriza principalmente a preservação dos bens materiais e outra que busca preservar o “saber fazer”, respectivamente. Traça um paralelo entre o conceito de “trabalho de luto” das práticas de preservação e o conceito budista de impermanência ou transitoriedade de todos os fenômenos. Apresenta o conceito de arte ocidental para uma melhor compreensão da chamada “arte budista”, uma prática de devoção que é ressignificada quando apropriada pelos museus de arte do Ocidente. Verifica as diferenças entre as concepções de patrimônio e de preservação de acordo com as visões ocidental e oriental, a partir do estudo da arte budista presente nos acervos dos museus de arte ocidentais. Estuda como algumas instituições museológicas se apropriam de objetos das tradições religiosas budistas dentro de um conceito ocidental de arte, submetendo-os a práticas de preservação baseadas na permanência material e na autenticidade. Conclui que as estratégias ocidentais precisam ser repensadas na medida em que, priorizando a materialidade e a autenticidade, nos apegamos a algo que por natureza é impermanente. Assim, recursos de todos os tipos são investidos para manter algo que não pode escapar a irreversibilidade do tempo.

Acesse o trabalho completo pelo LUME

Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação.

Curso de Museologia: Bacharelado.

 

Autor: Ramos, Jeanice Dias

Orientador: Marlise Maria Giovanaz

 

Resumo

 O presente trabalho trata sobre a vida de três griôs que vivem em Porto Alegre. Griôs são aqueles cidadãos que tem o conhecimento sobre a comunidade. Estes três griôs prestaram depoimento que foi gravado. Contaram sobre suas vidas, relacionamentos, relação de trabalho, envolvimento com a comunidade afrodescendente. São alguns dos recortes registrados em DVD que disponibilizamos para o meio acadêmico, como forma de dar mais visibilidade aos não incluídos.

 

Acesse o trabalho completo pelo LUME

Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação.

Curso de Museologia: Bacharelado.

Autor: Ana Celina Figueira da Silva

Orientador: Zita Rosane Possamai

Resumo

Trabalho de Conclusão de Curso que busca identificar a atuação do Museu Julio de Castilhos, entre os anos 1903 a 1925, na consagração da memória de Julio de Castilhos, líder republicano rio-grandense. Apresenta a trajetória da criação dos museus nacionais na Europa e a criação dos museus no Brasil no século XIX. Aponta a criação do Museu Julio de Castilhos e o perfil que o caracterizou durante a administração de seu primeiro diretor, Rodolfo Simch, como integrado ao movimento da Era Brasileira dos Museus comparando sua atuação com a do Museu Nacional, Museu Paulista e Museu Paraense Emílio Goeldi. Ressalta a função evocativa e consagradora de personalidades desempenhada pelos Museus Históricos. Identifica através da análise de relatórios e correspondências oficias do Museu Julio de Castilhos atitudes de homenagens póstumas a Julio de Castilhos por parte da direção do Museu e do governo do Estado do Rio Grande do Sul. Analisa o processo inicial da formação de uma coleção de objetos de Julio de Castilhos junto à Seção histórica do Museu logo após sua morte. Analisa o processo de aquisição da ex-residência de Julio de Castilhos e a transferência do Museu do Estado para esse prédio. Indica que essas duas atitudes somadas à alteração do nome do Museu para Museu Julio de Castilhos atuam na construção do mito do grande líder republicano e patriarca rio-grandense.

Acesse o trabalho completo no LUME

Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação.

Curso de Museologia: Bacharelado.

Autor: Valesca Henzel Santini

Orientador: Lizete Dias de Oliveira

Resumo

Este trabalho analisa a expografia da Charqueada São João, uma instituição que conserva e expõe um amplo acervo familiar de objetos domésticos. Construída no século XIX e aberta ao público desde 2000, a casa atualmente faz parte do roteiro turístico da região e recebe os mais diversos públicos, como turistas e estudantes, interessados em conhecer sua história. O objetivo do trabalho é compreender o discurso museográfico, além de identificar possíveis critérios de seleção dos objetos, para sugerir melhorias nas práticas expográficas da instituição, com vistas à adequálas aos conceitos da museologia. Através das referências teóricas de Jean Baudrillard, e procedimentos metodológicos propostos a partir da Teoria dos Objetos, de Abraham Moles, este estudo revela a existência de uma diacronia no discurso museográfico da instituição, que expõe objetos de diversas temporalidades em um mesmo contexto.

Acesse o trabalho completo no LUME

Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação.

Curso de Museologia: Bacharelado.

Autor: David Kura Minuzzo

 Orientação: Ana Maria Dalla Zen

Resumo

Este trabalho tem como objetivo analisar o Programa Lomba do Pinheiro: Memória, Informação e Cidadania na perspectiva dos sujeitos envolvidos, nas categorias de professores e alunos da Universidade e moradores da comunidade que dele participaram. Relata as quatro ações de extensão em andamento: os projetos de Educação para o Patrimônio, Museu de Rua, História Oral e Turismo Comunitário. Discute o processo de criação do Programa, proposto como um programa de extensão, que busca, através da interação entre o curso de Museologia da UFRGS e o Museu Comunitário da Lomba do Pinheiro, criar alternativas para promover o desenvolvimento e a mudança social daquela comunidade. Apresenta o processo de realização da investigação, sob abordagem qualitativa, na forma de um estudo de caso, reunindo os depoimentos dos sujeitos da pesquisa através de formulários e entrevistas informais. Apresenta uma reflexão teórica em torno da função social da universidade, do papel da extensão universitária, da função social e inclusiva da Museologia, proposta pela Nova Museologia e os museus comunitários como seus instrumentos de ação. Os depoimentos revelaram o entendimento de moradores e estudantes sobre patrimônio e museu comunitário. Os resultados indicaram que o Programa contribuiu para desenvolver o conceito de patrimônio histórico, cultural e social e elevar a auto-estima dos moradores. Acrescentou conhecimento prático aos alunos do curso de Museologia envolvidos nas ações. Conclui que a continuação do Programa acrescentará maiores ganhos a ambos os parceiros. Sugere-se que no decorrer do Programa as ações sejam ampliadas por meio de projetos que constam na proposta inicial, visando atender outros grupos da comunidade.

Acesse o Trabalho disponível no Lume

O ciclo de discussão “Conversando sobre Museu”, uma iniciativa do Sistema Estadual de Museus (SEM/SC), da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), está com inscrições abertas para o primeiro encontro, que ocorrerá no dia 8 de maio, no Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC), em Florianópolis. O evento tem como objetivo promover a reflexão sobre temas diversos de interesse do campo museológico catarinense, assim como discutir novas perspectivas e diferentes concepções de trabalho para o setor.

Os encontros, em formato de mesa redonda, serão realizados trimestralmente, em diferentes regiões de Santa Catarina, compreendidos entre palestras e debates com os participantes. Para a primeira edição, foi definido como tema “Museu e Escola: por uma integração necessária”, entendendo que educação em museus, além de complementar o currículo formal, é exercício de preservação da memória e do patrimônio cultural.

O debate, portanto, pretende apresentar algumas possibilidades de articulação entre as duas instituições, não perdendo de vista nem os objetivos da escola ao visitar tais espaços museológicos, nem os dos museus ao pretender ampliar a cultura científica de seus visitantes.

Foram convidados para participar como palestrantes/debatedores os seguintes profissionais:

1. Prof. Dr. Fernando Antônio Romero (docente e pesquisador vinculado ao curso de Museologia do Centro Universitário Barriga Verde – UNIBAVE);

2. Profa. Ms. Lucy Cristina Ostetto (docente e pesquisadora vinculada aos cursos de História e Pedagogia da Universidade do Extremo Sul Catarinense – UNESC, e coordenadora do Centro de Memórias desta mesma instituição);

3. Profa. Dra. Maria Teresa Santos Cunha (docente e pesquisadora do Departamento de História da Universidade do Estado de Santa Catarina – UDESC, do PPG/Educação e PPG/ História desta universidade).

Serviço:
O que: Conversando sobre Museu
Tema: Museu e Escola: por uma integração necessária
Quando: 8 de maio de 2012, das 14h às 17h
Local: Cinema do Centro Integrado de Cultura (CIC) – Av. Gov. Irineu
Bornhausen, 5600 – Florianópolis
Quanto: gratuito (vagas limitadas)
Inscrição: envie os dados solicitados abaixo até o dia 03/05 para conversandosobremuseu@fcc.sc.gov.br.
Mais informações: (48) 3953-2374 / 3953-2375

Formulário de inscrição – “Conversando sobre Museu”:

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Realização:
Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do Sistema Estadual de Museus (SEM/SC).

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