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Archive for the ‘Economia Criativa’ Category

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CHAMADA ABERTA

O Exchange Programme – Programa de Intercâmbio destina-se a construir conexões entre museus, instituições culturais e universidades criativas no Brasil e no Reino Unido. Incentiva a colaboração através da troca de conhecimentos e melhores práticas para o desenvolvimento do setor cultural, fornecendo recursos às instituições para promover a capacitação das equipes de profissionais e aumentar a compreensão intercultural, resultando em parcerias.

O British Council busca candidaturas interessadas no intercâmbio mútuo de profissionais de instituições do Brasil e do Reino Unido, permitindo que os candidatos desenvolvam uma residência com a instituição parceira ou universidade por um período mínimo de duas semanas e máximo de um mês.

Objetivos

  • Aprimorar o desenvolvimento profissional, fortalecendo assim a capacidade institucional;
  • Disseminar boas práticas inovadoras que repercutam dentro e fora dos museus, instituições culturais e universidades criativas;
  • Desenvolver um conhecimento mais amplo e compreensão de outras culturas;
  • Dar visibilidade a áreas específicas do trabalho institucional;
  • Fornecer habilidades e conhecimentos necessários para aumentar a sustentabilidade e o fortalecimento das instituições;
  • Desenvolver projetos colaborativos para implementação futura.

Quem pode se candidatar?

  • Museus;
  • Universidades criativas (ou seja, faculdades em áreas como artes e setores criativos);
  • Instituições culturais sem fins lucrativos.

As candidaturas são feitas a nível institucional e os candidatos não podem se inscrever individualmente, sem vinculação institucional e sem a anuência da instituição à qual estejam vinculados.

Os candidatos, selecionados através de seus museus, instituições ou universidades criativas, devem ser funcionários permanentes em tempo integral com um mínimo de 3 anos de experiência no setor.

Esta chamada não se aplica a residências artísticas.

Como se candidatar

Por favor, leia o Termo de Referência disponível para download no final desta página.  

Preencha o formulário de inscrição online específico desta chamada, enviando através da ferramenta uma carta aprovada conjuntamente pelo diretor ou presidente das duas instituições envolvidas na proposta de intercâmbio.

As candidaturas devem ser enviadas em inglês, uma vez que este é o idioma de trabalho do programa de intercâmbio.

Calendário

  • A inscrição deve ser enviada pelo formulário on-line até domingo 25 de junho de 2017 às 12h00 GMT (meio-dia do horário de Greenwich).
  • As candidaturas bem sucedidas serão informadas até 15 de julho de 2017.
  • O intercâmbio deverá ser realizado por um período mínimo de duas semanas e não superior a um mês entre agosto de 2017 e meados de março de 2018.

Contato

Para mais informações ou perguntas, por favor entre em contato com o British Council Brasil somente através do e-mail contato@britishcouncil.org.br.

As áreas temáticas prioritárias do intercâmbio são:

. Desenvolvimento institucional;
. Curadoria;
. Gestão de coleções;
. Expansão do alcance público, atraindo públicos “difíceis de alcançar”;
. Desenvolvimento de exposições;
. Desenvolvimento de ações educativas;
. Envolvimento da comunidade, particularmente de comunidades em situação de vulnerabilidade social;
. Participação, colaboração e inclusão;
. Merchandising e marketing;
. Desenvolvimento de conteúdos digitais;
. Empreendimentos comerciais em museus;
. Impacto econômico dos museus;
. Museus e economia criativa;
. Memória e patrimônio cultural;
. Patrimônio imaterial;
. Museus regionais, rurais e comunitários;
. Museus e Direitos Humanos;
. Avaliação de impacto;
. Acessibilidade

Inscrições Aqui

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Está aberto, até 14 de abril, o processo seletivo para financiamento de projetos culturais por meio do Fundo Internacional para a Diversidade Cultural (FIDC), criado em 2005 pela Convenção de Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco). Os interessados deverão se inscrever (em inglês ou francês) pelo site da Unesco.

Instituído pelo artigo 18 da Convenção de Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, o FIDC tem como objetivo financiar projetos que possam promover mudanças estruturais na economia da cultura em países em desenvolvimento, com efeito direto sobre a criação, a produção, a distribuição e o acesso a expressões culturais diversas. Os projetos financiados pelo Fundo comportam atividades bastante variadas, como capacitação, mapeamento do setor cultural, análise e planejamento de políticas públicas e apoio a empreendedores culturais, entre outras.

“O apoio da Unesco a projetos que promovam e protejam a diversidade das expressões culturais demonstra que a Convenção da Diversidade Cultural mantém-se vigorosa nas suas diretrizes, encorajando o diálogo entre culturas, fomentando a interculturalidade e fortalecendo os vínculos entre cultura e desenvolvimento sustentável”, destaca o secretário de Articulação e Desenvolvimento Institucional do Ministério da Cultura (MinC), Adão Cândido.

Participação do MinC

Os projetos inscritos passarão inicialmente por uma pré-seleção nacional, feita pelo MinC, pelo Ministério das Relações Exteriores (MRE) e pelo escritório da Unesco no Brasil. Na sequência, a comissão nacional enviará, até 15 de maio, quatro projetos para exame da Unesco, sendo dois apresentados por instituições públicas e dois por organizações não governamentais.

Entre os critérios de avaliação dos projetos candidatos estão atender os objetivos e prioridades da Convenção da Unesco, ter impacto estrutural que leve ao fomento de setor cultural dinâmico, promover a cooperação Sul-Sul ou Norte-Sul-Sul e assegurar que o projeto tenha sustentabilidade e benefícios de longo prazo.

O candidato poderá pleitear do Fundo valor de até US$ 100 mil e o projeto deverá ser implementado no prazo de 12 a 24 meses. Desde 2010, o fundo beneficiou mais de 90 projetos de 51 países em desenvolvimento, com valor total de mais de US$ 6 milhões.

A Convenção

A Convenção de Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais da Unesco foi adotada pela Conferência Geral da instituição em 2005 e ratificada pelo Brasil em 2007. A elaboração do documento contou com decisiva participação brasileira.

Entre os principais objetivos da Convenção estão orientar e legitimar os países na elaboração e implementação de políticas culturais próprias, necessárias à proteção e à promoção da diversidade cultural.

Mais informações: ifcd.convention2005@unesco.org

Assessoria de Comunicação

Ministério da Cultura

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O Diário Oficial do Estado desta quarta-feira, dia 1º de março, publica a Instrução Normativa 01/2017, que ajusta a IN 01/2016, reabrindo o período de inscrições: “Em 2017, o período para apresentação de projetos culturais é de 01 de março a 01 de dezembro.”

Ainda, houve alteração no limite de financiamento dos projetos continuados (nos termos do art. 5º inciso I da IN 01/2016). Agora, a solicitação de recursos passa a ser limitada ao valor captado pelo Pró-cultura RS LIC na última edição financiada, ou R$ 240.000,00 (duzentos e quarenta mil reais), o que for maior.

Os projetos culturais que buscam financiamento do Pró-cultura RS LIC (Lei de incentivo à cultura) podem ser apresentados durante o período previsto, devendo observar a Lei 13.490/2010, Decreto 47.618/2010, IN 01/2016 e respectivas alterações. Acesse o menu LIC legislação e verifique as versões consolidadas.

Anexo: DOE 01/03/2017 pag. 78

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A Cinemateca Capitólio estará promovendo nos próximos dias o Curso de Gestão de Acervos Audiovisuais que será ministrado pela Professora Fernanda Coelho especialista em Conservação de Acervos Audiovisuais.

Workshops do CEN 2016: inscrições abertas para cursos inéditos em Porto Alegre

1. GESTÃO DE ACERVOS AUDIOVISUAIS, com Fernanda Coelho
de 03 a 05 de Novembro das 14h às 21h, na Cinemateca Capitólio
(dia 03 até às 18h)
20 vagas * Investimento: R$ 200

Curso viabilizado em parceria com o Programa de Alfabetização Audiovisual e a Coordenação de Cinema,
Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura – Prefeitura de Porto Alegre.

Mais informações e inscrições aqui

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQylZ-Fr6zaK7IChG6AelkOvDzgrjUV9KUzBNO8fpIDFUHdg/viewform?c=0&w=1

Participe!

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Inscrições para o processo seletivo do workshop “Espaços de Memória e Cultura – da mediação cultural à inovação social” abrem a partir do dia 27 de abril.

 

O que é inovação social? Mais: o que é inovação social de acordo com um centro comunitário, um museu nacional, ou uma biblioteca pública? Como as diferentes culturas nacionais e locais influenciam a natureza da inovação social?

Para responder a estas questões e apresentar novas perspectivas sobre alguns dos temas atuais na prática do engajamento social, o Sesc São Paulo, o Museu da  Pessoa e o Musées de la Civilisation, de Quebec (CAN), uniram-se para organizar a segunda edição do workshop Espaços de Memória e Cultura – da mediação à  inovação social, que acontece de 4 a 9 de julho no Centro de Pesquisa e Formação do Sesc.

Na pauta das discussões, a gestão dos museus e espaços culturais, espaços de memória e cultura, museus e participação das comunidades, pontos de memória em comunidades populares, entre outras.

A proposta do workshop é abordar as intersecções entre instituições culturais, mediação cultural e inovação social, analisando a forma como as organizações culturais passaram da mediação cultural à inovação social para criar valor social.

Em uma série de palestras baseadas em indagações e oficinas participativas, estudantes e professores examinam, coletivamente, ambos os limites e as possibilidades de inovação social para as instituições culturais.

Especificamente, o workshop procura analisar e comparar as várias práticas de mediação cultural e da inovação social recentemente desenvolvidas e aplicadas no Brasil e no Canadá, respectivamente, a fim de aprimorar o envolvimento com a participação da comunidade e o desafio de criar estudos e práticas patrimoniais mais inclusivas.

Para tanto, os participantes serão incentivados a trabalhar em equipes. Cada grupo será orientado por um membro de uma instituição e/ou um dos professores convidados. Além das aulas teóricas, eles terão a oportunidade de realizar visitas a instituições culturais que ampliarão a visão acerca do que está sendo discutido na oficina.

O curso é voltado para estudantes de graduação e pós-graduação, profissionais de Museus e Instituições Culturais e demais interessados no tema.  As inscrições podem ser feitas de 27 de abril a 18 de maio. Maiores informações emsescsp.org.br/cpf.

Entre os palestrantes estão o diretor regional do Sesc, Danilo Santos de Miranda, a diretora e fundadora do Museu da Pessoa, Karen Worcman, o pesquisador e coordenador científico do Musées de la Civilisation, Mathieu Viau-Courville, e o museólogo Mário Chagas.

Sobre o CPF-Sesc

Inaugurado em agosto de 2012, o Centro de Pesquisa e  Formação do Sesc é uma unidade do Sesc São Paulovoltada para a produção de conhecimento, formação e difusão e tem o objetivo de estimular ações  e desenvolver estudos nos campos cultural e socioeducativo.

Além do Curso Sesc de Gestão Cultural – que visa a qualificação para a gestão cultural de profissionais atuantes no campo das Artes, tanto de instituições públicas como privadas – a unidade proporciona o acesso à cultura de forma ampla, tematicamente, por meio de cursos, palestras, oficinas, bate-papos, debates e encontros nas diversas áreas que compreendem a ação da entidade, como artes plásticas e visuais, ciências sociais, comportamento contemporâneo e cotidiano, filosofia, história, literatura e artes cênicas.

Serviço:

Espaços de Memória e Cultura – da mediação à  inovação social

Data: de 4 a 9 de julho de 2016.

Dias e Horários: Segunda a sábado, das 9h30 às 18h30.

Recomendação etária: 18 anos.

 

Valores:

R$ 36,00 – credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes

R$ 60,00 – pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante

R$ 120,00 – inteira

Para os encontros falados em inglês haverá tradução simultânea.

 Inscrições para o processo seletivo: 27 de abril a 18 de maio. Maiores informações em sescsp.org.br/cpf.

 

Centro de Pesquisa e Formação – CPF Sesc

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar.

Horário de funcionamento: de segunda a sexta, das 10h às 22h. Sábados, das 9h30 18h30.

Tel: 3254-5600

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Para professor de Economia da Cultura, lei não se adaptou às mudanças do setor cultural.

 

Coldplay foi uma das atrações do Rock in Rio 2011, que motivou decisão do TCU Foto: J. F. DIORIO / ESTADÃO CONTEÚDO

Segundo determinação aprovada nesta quarta-feira pelo Tribunal de Contas da União (TCU), o Ministério da Cultura (MinC) não poderá aprovar subsídios para projetos com “forte potencial lucrativo” pela Lei Rouanet. Ainda não há prazo para a medida entrar em vigor.

A resolução consta da análise do TCU da renúncia fiscal obtida pelo Rock in Rio de 2011, que tinha previsão de renda de R$ 34 milhões e obteve autorização para captar R$ 12,3 milhões – dos quais foram patrocinados efetivamente R$ 6,7 milhões. A informação foi noticiada pela Folha de S. Paulo nesta quinta-feira.

O TCU não determinou que todos os projetos comerciais sejam proibidos de captar pela Lei Rouanet; apenas aqueles com “forte potencial lucrativo” e capacidade para atrair investimentos privados sem renúncia fiscal.

ENTREVISTA: Leandro Valiati, professor de Economia da Cultura

A manifestação do TCU, determinando que o MinC abstenha-se de subsidiar projetos de forte potencial lucrativo, é uma novidade?
É uma novidade esse debate estar se institucionalizando e estar sendo feito por outras instâncias que não o próprio Ministério da Cultura e o setor cultural. Esse debate já acontece há bastante tempo (no MinC e no meio cultural), inclusive no que diz respeito à verificação do problema que é o sistema se subsídio à cultura via renúncia fiscal no Brasil.

Na sua opinião, os megaeventos devem ser subsidiados pela Lei Rouanet?
Na minha opinião, não. Acho que a Lei Rouanet tem que ter um objetivo associado a projetos que o mercado não pode viabilizar. Quando a Lei Rouanet foi criada, no governo Collor, era a salvação do setor cultural brasileiro do ponto de vista econômico porque era um ambiente de profunda recessão orçamentária para a cultura. A Lei Rouanet, nesse caso, apareceu como um caminho para que o dinheiro do setor privado entrasse no setor cultural. Nesses quase 25 anos de Lei Rouanet, todo o contexto de viabilização financeira do setor cultural mudou, e a lei não acompanhou essa mudança. Isso gera uma enorme concentração, na medida em que esse tipo de mecanismo de financiamento, na sua constituição, não é adequado para gerar diversidade na perspectiva do financiamento cultural. No fundo, é o marketing que guia o mecanismo de decisão das empresas; não é se tem maior ou menor valor cultural. A forma como a lei está redigida e como é utilizada pelo mercado leva a isso. O MinC só pode endurecer mais a sua relação com a lei de incentivo, ou seja, aprovar projetos que tenham uma dimensão mais de valor cultural, mas isso não é suficiente. Precisamos de uma revisão urgente da lei.

Que pontos precisam ser revistos na lei?
Primeiro, tem que se criar categorias de investimento na cultura. Eu tenho que entender a diferença entre patrocínio, participação e mecenato. Está claro na lei, mas a diferença na prática é muito pequena. Hoje, a diferença é o percentual em relação ao imposto que posso descontar ao participar dessas três categorias. Isso tem que ser aprofundado. Precisamos que o Congresso aprove uma nova lei. Há um projeto em circulação, a lei do Programa Nacional de Apoio à Cultura, que ainda está em tramitação e precisa de aprimoramento. Outro ponto: hoje, a Rouanet só permite que empresas com lucro real participem do processo. Isso é um problema porque, em geral, no Brasil, pequenas e médias empresas operam pelo lucro presumido. Também é necessário um esclarecimento maior sobre a possibilidade de participação da pessoa física. Já existe essa possibilidade, mas ela é pouco explorada.

Veja alguns projetos polêmicos da Lei Rouanet

2006
Em sua primeira turnê brasileira, com Saltimbanco, o Cirque du Soleil teve permissão para captar R$ 9,4 milhões. Após controvérsias, as turnês dos anos seguintes não tiveram incentivo.

2011
Maria Bethânia teve aprovado projeto de criação de um blog em que a cantora interpretaria poemas em vídeos. Depois da polêmica, o projeto não foi realizado.

2013
Claudia Leitte obteve autorização para captar R$ 5,8 milhões para uma turnê com 12 apresentações nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

2014
O cantor Luan Santana foi autorizado a captar R$ 4,1 milhões para uma turnê, com 15 shows, de divulgação do DVD Nosso Tempo É Hoje.

Fonte: Zero Hora

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De setembro a dezembro de 2015, o British Council, em parceria com organizações brasileiras e britânicas que atuam na área de Economia Criativa, e tendo o BNDES como patrocinador, realizará uma série de debates para colocar em pauta perspectivas, desafios e soluções com as quais os dois países vêm lidando na última década dentro deste tema.

Os eventos são resultado direto de uma série de três publicações lançadas em 2014 pelo British Council, intituladas  “Diálogos de Economia Criativa entre Brasil e Reino Unido”, com curadoria da economista Lídia Goldenstein.

O conceito de Economia Criativa tem sido amplamente difundido e apropriado por governos, instituições públicas e privadas, produtores e artistas no Brasil. Entretanto, ainda faltam subsídios conceituais e práticos para potencializar os empreendimentos brasileiros nos setores de Economia Criativa, além de uma maior compreensão de dinâmicas socioculturais e de mercado, análise política e capacidade de articulação para a implementação de políticas e planos de Economia Criativa pelos setores público e privado.

Os debates têm, portanto, a função de gerar reflexão sobre essas questões, a partir de experiências práticas já realizadas no Brasil e no Reino Unido, oferecendo inspiração para o desenvolvimento de novos projetos e políticas no contexto brasileiro. Espera-se, ainda, que estes Diálogos contribuam para posicionar a economia criativa como um dos principais eixos estratégicos de desenvolvimento do país e estimulem a profissionalização em áreas de gestão para a Economia Criativa.

Quatro capitais brasileiras receberão os eventos: Rio de Janeiro (29/9 e 30/11), Porto Alegre (13/10), Recife (15/10) e São Paulo (2/12 e 3/12). Em cada uma delas, o conteúdo dos debates dialogará com as necessidades locais sobre temas específicos na área de economia criativa – design e inovação, regeneração urbana e políticas públicas.

Todos os eventos são abertos ao público, mediante inscrição pelo site do Transform. Em cada um deles, serão distribuídos pelo menos 50 exemplares das publicações para os primeiros inscritos.

DATAS E LOCAL DO EVENTO

PORTO ALEGRE

Debate: Regeneração urbana através da cultura e o impacto para a economia local
Com Thorben Dittes (The Sage Gateshead, Reino Unido), Helen Legg (Spike Island, Reino Unido) e Victor Hugo (Secretaria de Estado da Cultura do Rio Grande do Sul). Mediação: Lídia Goldenstein.

Data: 13 de outubro de 2015, terça-feira
Horário: das 17 horas às 20h30
Local: Casa de Cultura Mario Quintana – Teatro Bruno Kiefer
Endereço: Rua dos Andradas, 736, 6º andar – Centro Histórico – Porto Alegre, RS
Capacidade: 200 lugares
Inscreva-se online
Evento gratuito. Parceria local com a Secretaria de Cultura do Estado do Rio Grande do Sul.

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