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Archive for the ‘Eventos’ Category

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Para quem estiver em São Paulo dos dias 24/04 a 28/04/2017 vale conferir a oficina promovida pelo Centro de Pesquisa e Formação SESC São Paulo.

Segue o programa da oficina.

Programa

Tradução em Libras disponível. Faça sua solicitação no ato da inscrição, com no mínimo dois dias de antecedência da atividade.

O gerenciamento de riscos constitui ferramenta eficaz para aprimorar os processos decisórios voltados à preservação e uso do patrimônio cultural.

Sua utilização envolve a identificação abrangente dos diversos tipos de riscos que afligem este patrimônio e a análise sistemática (quantitativa) desses riscos, permitindo estabelecer prioridades de ação e alocação de recursos para mitigá-los de forma tecnicamente bem embasada e transparente.

Estratégias integradas eficazes e sustentáveis, combinando medidas preventivas e reativas, podem então ser estabelecidas para minimizar impactos negativos sobre o objetivo de transmitir o patrimônio cultural para as gerações futuras com a maior acessibilidade e a menor perda de valor possível.

A implantação do gerenciamento de riscos também contribui de forma significativa para harmonizar e incrementar a eficiência de iniciativas e esforços já existentes voltados à salvaguarda dos bens culturais, assim como para fomentar sinergias em ações futuras, proporcionando uma plataforma de trabalho bem estruturada, uma linguagem comum e uma metodologia adequada ao compartilhamento e integração dos conhecimentos e experiências específicos detidos por diferentes setores, instituições e profissionais, estimulando a integração interdisciplinar e intersetorial.

As inscrições pela internet podem ser realizadas até um dia antes do início da atividade. Após esse período, caso ainda haja vagas, é possível se inscrever pessoalmente em todas as unidades. Após o início da atividade não é possível realizar inscrição.

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(Foto: Jose Luis Pedersoli)

Palestrantes

José Luiz Pedersoli Júnior

Químico especializado em gestão de riscos para o patrimônio cultural e na ciência dos materiais aplicada à conservação de bens culturais. Ampla experiência nacional e internacional na capacitação de profissionais do setor patrimonial para uso da metodologia de gestão de riscos em acervos culturais.
(Foto: Acervo Pessoal)

Pré-requisito

Profissionais ou estudantes envolvidos com a gestão e/ou a conservação (preventiva) de acervos culturais.

Data

24/04/2017 a 28/04/2017

Dias e Horários

Segunda a Sexta, 10h às 18h

As inscrições podem ser feitas a partir de 23 de março às 14h, aqui no site do Centro de Pesquisa e Formação ou nas Unidades do Sesc em São Paulo.

Local

Rua Dr. Plínio Barreto, 285 – 4º andar
Bela Vista – São Paulo.

Valores

R$ 36,00 – credencial plena: trabalhador do comércio de bens, serviços e turismo matriculado no Sesc e dependentes
R$ 60,00 – pessoa com mais de 60 anos, pessoa com deficiência, estudante e professor da rede pública com comprovante
R$ 120,00 – inteira
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Nas próximas quinta e sexta-feira, dias 23 e 24, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) oferece, em sua sede em Brasília (DF), minicurso gratuito voltado a estudantes, profissionais do campo museal, servidores do órgão e público em geral sobre a concepção, planejamento, execução e avaliação de exposições.

“Caminhos da Memória: fazendo uma exposição”, ministrado pela museóloga e historiadora Maristela Simão, será oferecido numa iniciativa do programa de formação, capacitação e qualificação Saber Museu. Com carga horária de 8h e desenvolvido em duas manhãs (das 8h30 às 12h30), no auditório do Ibram, o curso vai trazer ao público orientações básicas e recursos teóricos sobre o tema.

Interessados em participar devem enviar nome completo, CPF e e-mail para suporte.ead@museus.gov.br. Serão oferecidas 40 vagas, preenchidas por ordem de inscrição. O Ibram está situado no endereço: SBN Quadra 2, Bloco N, Edifício CNC III, em Brasília (DF).

 

Fonte: IBRAM

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Entre os dias de março e 2 de abril, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) recebe inscrições de trabalhos para as Comunicações Coordenadas do 7º Fórum Nacional de Museus (FNM) – que acontece em junho na cidade de Porto Alegre (RS).

Sob o tema Recomendações Unesco 2015 para a Proteção e Promoção do Patrimônio Museológico e Coleções, os trabalhos devem refletir sobre perspectivas e caminhos a serem trilhados pelos museus no Brasil tendo em vista as Recomendações da Unesco – aprovadas a partir de iniciativa brasileira e consideradas “um pilar das políticas públicas de museus para as próximas décadas”. Conheça o documento.

Como participar
Resumos de pesquisas, relatos de experiências, em desenvolvimento ou já finalizadas, acadêmicos ou não, podem ser inscritos.

No total, serão selecionados 18 trabalhos na modalidade Apresentação Oral e 30 trabalhos na modalidade Pôster.

A comissão de seleção será composta por cinco membros, sendo três da equipe técnica do Ibram e dois externos, considerados de notório saber na área da Museologia.

Cada candidato pode inscrever, no máximo, um trabalho como autor e um como co-autor, independente da modalidade escolhida. Não serão aceitos trabalhos já apresentados em edições anteriores do FNM. Acesse o edital e seus anexos.

Dúvidas e outras questões podem ser enviadas para o endereço eletrônico comunicacoes.coordenadas@museus.gov.br.

Sobre o FNM
Organizado pelo Ibram, o Fórum Nacional de Museus tem por objetivo refletir, avaliar e delinear diretrizes para a Política Nacional de Museus (PNM), além de consolidar as bases para a implantação de um modelo de gestão integrada dos museus brasileiros, representado pelo Sistema Brasileiro de Museus (SBM).

Constitui-se como um espaço fundamental para intercâmbio de experiências entre comunidade museológica, sociedade civil, instituições de ensino superior, museus e órgãos de gestão museológica federais, estaduais e municipais.

Palestras, oficinas, grupos de trabalho, debates, entre outras atividades, compõem a programação. Saiba mais.

Fonte: Ascom/Ibram

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A Fundação Catarinense de Cultura (FCC), por meio do seu Ateliê de Conservação-Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor), está com inscrições abertas de 11 de janeiro a 5 de março para a edição de 2017 do Estágio Supervisionado em Conservação de Bens Culturais Móveis. As inscrições podem ser feitas pelo link https://goo.gl/forms/WT9WJPH9siYHzvpf1. Além do preenchimento da ficha é necessário enviar um texto dissertativo, conforme o edital (disponível para leitura no fim desta matéria).

O resultado da seleção será divulgado no dia 7 de março e as aulas começam no dia 27 de março de 2017, na sede da FCC, em Florianópolis. O estágio tem sua grade curricular distribuída durante 10 meses, divididos em encontros mensais totalizando 140 (cento e quarenta) horas, com aulas teóricas e práticas. O objetivo é capacitar profissionais para análise, diagnóstico e atuação na conservação preventiva de bens culturais móveis.

Mais informações podem ser obtidas diretamente pelos telefones (48) 3664-2616 ou 3664-2617.

Sobre o Atecor

Criado em 1982, o Ateliê de Conservação/Restauração de Bens Culturais Móveis (Atecor) é um setor da Diretoria de Preservação do Patrimônio Cultural da Fundação Catarinense de Cultura. Presta serviços de conservação-restauração aos acervos dos museus vinculados à FCC e de obras de arte de propriedade do Estado. É responsável pela aprovação de projetos e fiscalização de intervenções de conservação-restauração nos bens móveis e integrados existentes nos bens edificados tombados pelo Estado. Presta assessoria técnica às instituições que necessitam de atendimento em conservação de acervos museológicos.

Além disso, desenvolve desde 1995 o Estágio Supervisionado, por meio do qual objetiva repassar informações técnicas por meio de leituras, e de atividades práticas sobre conservação/restauração de bens culturais móveis a pessoas que atuem ou venham a atuar na área da preservação do patrimônio cultural, com os acervos de instituições públicas e particulares que possuam valor histórico e cultural para o Estado de Santa Catarina.

:: Confira o edital na íntegra
Fonte: Assessoria de Comunicação FCC

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Depois de fechado para limpeza geral e obras o Museu de Ciências Naturais da UFRGS, abre as portas na sexta feira dia 06. Para reabertura, o MUCIN apresenta ao público sua nova exposição temporária “As Origens da Planície Costeira do Rio Grande do Sul”. Partindo de perguntas como: O que mudou daquele tempo para cá? O Planeta Terra sempre foi igual? O lugar onde vivemos sempre foi igual? O Museu procura apresentar algumas pistas e para saber mais sobre as respostas para essas perguntas convidamos a visitarem o Museu. Lembrando que em Janeiro e Fevereiro estamos abertos também aos domingos das 14:30 as 17:30.

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Nos meses de verão também temos oficinas no museu. São ofertadas sempre as sextas feiras. Confira a programação nas redes sociais e pelo site do Ceclimar.

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Quem olha à estradinha de chão batido, distante 17km do centro de Cachoeira do Sul, não imagina que ela leva a um tesouro: com paredes brancas e aberturas em terracota, a casa do início do século XIX vai tomando forma no horizonte. Rodeada por açudes e campos onde pastam ovelhas, cavalos e bois, a Fazenda da Tafona é a representação de um passado distante, quando o Rio Grande do Sul era dividido em Sesmarias e aos poucos começava a ser povoado por diferentes etnias. Entre elas, a portuguesa.

Caminho que leva à Fazenda da Tafona revela belas paisagens

Caminho que leva à Fazenda da Tafona revela belas paisagens

 

“Aqueles que passarem pelo interior de Portugal vão ver muitos lugares idênticos a esse. É incrível encontrar aqui tantos elementos presentes no nosso dia a dia do outro lado do Oceano: o estilo das janelas, do telhado, do chão”, comenta impressionada a Vice-Cônsul do país, Adriana de Melo Ribeiro. Ela participou do ato de tombamento do prédio pelo Instituto de Patrimônio Artístico, Histórico e Cultural do Estado (IPHAE), na manhã desta sexta-feira (18). “Isso é muito importante porque permite 3 coisas: a primeira é poder identificar as raízes, as origens, dos tantos povos que contribuíram para a formação do que, hoje, é a Cultura Gaúcha. A segunda é garantir a preservação, que não haja alterações na arquitetura original. E a terceira é possibilitar que os proprietários tenham ajuda financeira para a manutenção desse espaço”, completou Adriana.

O local pertence à sexta geração da Família Vieira da Cunha.

O local pertence à sexta geração da Família Vieira da Cunha.

Aliás, foram justamente os proprietários que pediram o início do processo de tombamento em 2013 ao Governo do Estado. O casal Marco Aurélio de Castro Schntz e Marô Vieira da Cunha Silva já conseguiu a inclusão no Sistema Nacional de Museus e hoje mantém 50% da área da propriedade com mata nativa. Já a área cultivável é destinada à produção de orgânicos.

“Temos aqui animais como gato do mato, bugio, tatu. Nossa intenção não é apenas preservar um prédio, mas todo patrimônio que, evidentemente, inclui a natureza”, afirma Marô.

A obra da Fazenda teria iniciado em 1813. Na época foi chamada de Estância São José, propriedade de José Vieira da Cunha, português radicado no Brasil e que casou-se com a filha de Antônio Gomes de Campos, um dos primeiros povoadores de Cachoeira do Sul. O local já está sendo avaliado por alunos e professores do curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Através de um Projeto de Extensão eles já fizeram levantamento arquitetônico para o projeto de restauração. O tombamento permite que o prédio receba recursos públicos para o restauro através da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), chegando ao valor de 1 milhão e 500 mil reais de financiamento. Mesmo sem previsão para o início dos trabalhos, a intenção é que a casa já possa ser aberta para visitação no primeiro semestre do ano que vem.

“A construção do que, hoje, conhecemos como o território do Rio Grande do Sul passa por lugares como esse. É um patrimônio riquíssimo e me orgulha fazer parte desse processo de tombamento”, comemorou a Diretora do IPHAE, Mirian Sartori Rodrigues.

Secretário Victor Hugo assina o termo de tombamento da Fazenda da Tafona ao lado da Diretora do IPHAE, Mirian Sartori, e da Vice-cônsul de Portugal, Adriana de Melo Ribeiro.

Secretário Victor Hugo assina o termo de tombamento da Fazenda da Tafona ao lado da Diretora do IPHAE, Mirian Sartori, e da Vice-cônsul de Portugal, Adriana de Melo Ribeiro.

Participaram da solenidade representantes da família Vieira da Cunha, o Prefeito de Cachoeira do Sul, Neiron Viegas, o Presidente da Câmara de Vereadores, Homero Tatsch, representantes de Conselhos do município e a comunidade. Um dos momentos de destaque foi a apresentação do documentário sobre a fazenda feito pelos estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Emília Vieira da Cunha.

“Me emociona ver o trabalho dessas crianças! É maravilhoso presenciar a nova geração tratando da História, do passado, com tamanho carinho. Tanto que cheguei a me perguntar: nesta manha voltamos ou avançamos no tempo? As duas coisas! Isso me conforta, me anima”, revelou o Secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo.

A TAFONA

O nome Tafona remete ao moinho de farinha de mandioca e de polvilho que funcionava na propriedade. Ainda hoje é possível encontrar a estrutura original utilizada no processo.

O maquinário funcionava por tração animal, com juntas de bois.

O maquinário funcionava por tração animal, com juntas de bois.

Para ver mais imagens do evento acesse www.cultura.rs.gov.br

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Foto: Acervo Nuances

Foto: Acervo Nuances

No dia 18 de novembro, sexta-feira, às 19h, inaugura a exposição Uma cidade pelas margens, no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo. A mostra explora a trajetória de pessoas e organizações que protagonizaram a luta pela visibilidade e pelo direito à diversidade em Porto Alegre. Também serão realizadas duas mesas redondas e Piquenique Cultural temático. O projeto é uma parceria entre o Museu e o Nuances – Grupo pela livre expressão sexual, a Liga Brasileira de Lésbicas do Rio Grande do Sul (LBL- RS), além do Curso de Graduação em Museologia, do Laboratório de Políticas Públicas Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS) e do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIST), todos vinculados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Sobre a exposição

No dia 13 de novembro de 2016 ocorre a 20ª edição da Parada Livre, evento realizado em Porto Alegre desde 1997 e que, atualmente, reúne milhares de pessoas no Parque Farroupilha. Essa manifestação é um marco na luta pela visibilidade da comunidade LGBTT – sigla para gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais – e pelo direito à diversidade.

O Museu de Porto Alegre tem proposto atividades que buscam contemplar pautas consideradas importantes para a construção de uma cidade democrática e plural. Em 2015, em função da 9ª Primavera dos Museus, foi realizada a exposição de curta duração (In)visibilidades dos povos indígenas em Porto Alegre , dedicada trajetória histórica de Kaingangs, Mbyás-Guarani e Charruas. Em 2016, durante as comemorações dos 244 anos da cidade, o Projeto Tambores de Porto Alegre promoveu uma série de atividades, dentre as quais a realização de uma exposição temporária que reuniu um acervo de elementos das manifestações afro gaúchas, em especial o Tambor Sopapo, os tambores do Candombe e do Batuque de Nação Oyó Idjexá e o Urucungos.

Dando continuidade a essa proposta, trazemos a temática LGBTT para o espaço do Museu, construindo uma ponte entre a realização da 20ª Parada Livre e a história e memória da população LGBTT em Porto Alegre. Tendo isso em vista, teve início um processo colaborativo que resultou na proposição de uma série de atividades a serem desenvolvidas nos meses de novembro e dezembro.

A exposição de curta duração Uma cidade pelas margens é dividida em dois eixos. O primeiro trata a questão da cartografia da cidade sob a perspectiva LGBTT, identificando espaços de sociabilidade fundamentais para a construção dessa narrativa. O segundo apresenta a luta e as conquistas dos direitos humanos, a resistência e os avanços nas questões jurídicas. A mostra fica em cartaz até o dia 30 de dezembro.

Sobre a programação paralela

A primeira mesa redonda acontece no dia 23 de novembro, às 19h, com o tema as Trajetórias, histórias e memórias da comunidade LGBTT com as historiadoras Íris Germano e Liane Muller. A segunda, ainda sem data definida, vai abordar Saúde, Educação e Caminhos jurídicos da Comunidade LBGTT. Os encontros serão no auditório do Museu, com entrada franca. Para encerrar a programação, no dia 11 de dezembro, está previsto a edição de um Piquenique Cultural temático com diversas atrações culturais, no jardim do Museu.

Serviço:
O que: Abertura da exposição Uma Cidade pelas margens
Quando: Dia 18 de novembro de 2016, sexta-feira, às 19h
Onde: Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo (João Alfredo, 582, Cidade Baixa, Porto Alegre-RS)
Entrada franca
Visitação: de segunda das 13h às 17h30min, de terça a sexta das 9h às 12h e das 13h às 17h30min até o dia 30 de dezembro de 2016.
Informações pelo 3289-8275
Visitas para grupos podem ser agendadas através do telefone 3289.8270.

Rua João Alfredo, 582 | Cidade Baixa | Porto Alegre – RS
51.3289 8275

Fonte: Guia21.sul21

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