Feeds:
Posts
Comentários

Archive for the ‘Exposições’ Category

Nas próximas quinta e sexta-feira, dias 23 e 24, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) oferece, em sua sede em Brasília (DF), minicurso gratuito voltado a estudantes, profissionais do campo museal, servidores do órgão e público em geral sobre a concepção, planejamento, execução e avaliação de exposições.

“Caminhos da Memória: fazendo uma exposição”, ministrado pela museóloga e historiadora Maristela Simão, será oferecido numa iniciativa do programa de formação, capacitação e qualificação Saber Museu. Com carga horária de 8h e desenvolvido em duas manhãs (das 8h30 às 12h30), no auditório do Ibram, o curso vai trazer ao público orientações básicas e recursos teóricos sobre o tema.

Interessados em participar devem enviar nome completo, CPF e e-mail para suporte.ead@museus.gov.br. Serão oferecidas 40 vagas, preenchidas por ordem de inscrição. O Ibram está situado no endereço: SBN Quadra 2, Bloco N, Edifício CNC III, em Brasília (DF).

 

Fonte: IBRAM

Anúncios

Read Full Post »

Olá, tudo bem? Dia 01 de fevereiro reabre o sistema do Novo Salic Web, sistema do Ministério da Cultura para envio de projetos da Lei Rouanet. Já estão com os projetos de museus afinados para o envio da Lei?  Borá colocar os projetos do seu museu em prática?

e-viva-a-cultura-brasileira-ls-nogueira1

Deem uma olhada no que diz o site do Ministério da Cultura sobre Incentivo Fiscal.

 

Sancionada em 1991, a Lei 8.313, conhecida como Lei Rouanet, instituiu o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), que estabelece as normativas de como o Governo Federal deve disponibilizar recursos para fomentar a cultura no Brasil. Para cumprir este objetivo, um dos mecanismos criados foi o “Incentivo a projetos culturais”, também chamado de “Incentivo fiscal”.

O que é o Incentivo Fiscal a Projetos Culturais 

O incentivo é um mecanismo em que a União faculta às pessoas físicas ou jurídicas a opção pela aplicação de parcelas do Imposto sobre a Renda, a título de doações ou patrocínios, no apoio direto a projetos culturais ou em contribuições ao Fundo Nacional da Cultura (FNC). Ou seja: o Governo Federal oferece uma ferramenta para que a sociedade possa decidir aplicar, e como aplicar, parte do dinheiro de seus impostos em ações culturais. Desta maneira, o incentivo fiscal estimula a participação da iniciativa privada, do mercado empresarial e dos cidadãos no aporte de recursos para o campo da cultura, diversificando possibilidades de financiamento, ampliando o volume de recursos destinados ao setor, atribuindo a ele mais potência e mais estratégia econômica.

Quem pode apresentar projetos 

Todo projeto cultural, de qualquer artista, produtor e agente cultural brasileiro, pode se beneficiar desta Lei e se candidatar à captação de recursos de renúncia fiscal.
A proponência pode ser feita por:
  • Pessoas físicas com atuação comprovada na área cultural
  • Pessoas jurídicas de natureza cultural com, no mínimo, dois anos de atividade, podendo ser:
    • Pessoas jurídicas públicas da administração indireta (autarquias, fundações culturais etc.)
    • Pessoas jurídicas privadas com ou sem fins lucrativos (empresas, cooperativas, fundações, ONGs, organizações culturais etc.)

Apresentação de proposta

O recebimento de propostas culturais no incentivo fiscal fica continuamente aberto entre 1º de fevereiro e 30 de novembro de cada ano.
1º passo: Estruturação do projeto cultural: ele deve ter apresentação, objetivos e justificativa, bem como orçamento, etapas de execução, cronograma, plano de divulgação e plano de distribuição, que deve garantir a democratização do acesso aos produtos gerados. A proposta deve seguir o disposto na Lei Rouanet e seus normativos. É essencial que a concepção da proposta já se dê a partir das determinações legais. Conheça as normas antecipadamente.
2º passo: Providenciar os documentos necessários. A lista de documentos pode ser consultada no Artigo 11 da Instrução Normativa 01/2013.
3º passo: Inscrição da proposta no Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (NovoSalic). A partir daí, a tramitação ocorrerá integralmente através do sistema.

Critérios de Avaliação de Projetos 

No incentivo fiscal, a análise é feita a partir da determinação da Lei Rouanet que diz, em seu Artigo 22, que os projetos enquadrados neste mecanismo “não poderão ser objeto de apreciação subjetiva quanto ao seu valor artístico ou cultural”. Se um projeto cumpre todas as normas e exigências da Lei, será considerado apto a captar recursos de incentivo fiscal. Consulte os pré-requisitos listados no Artigo 40 da Instrução Normativa 01/2013.
tramitacao
Os projetos são submetidos a um ciclo de apreciação que rigorosamente inclui ao menos três etapas e a apreciação de dezenas de servidores públicos e profissionais representantes da sociedade civil.
Na admissibilidade, verifica-se se aquela proposta é de fato do campo cultural; se o proponente está qualificado conforme as regras; se o formulário no sistema foi devidamente preenchido em todos os campos necessários; e outras informações e documentos de acordo com a especificidade da proposta.
Caso admitida, a proposta seguirá para a unidade técnica correspondente ao segmento cultural do seu produto principal. Dentro do Sistema MinC, há unidades diferentes que lidam com universos artístico-culturais diferentes e que têm a competência de realizar esta tarefa. As secretarias e entidades vinculadas podem convocar pareceristas de seu próprio corpo de servidores ou do banco de peritos do MinC, que são profissionais credenciados por meio de edital público. O parecer técnico desta análise deve se manifestar quanto à adequação das fases, dos preços e orçamentos do projeto (que podem ter sugestões de ajustes), com recomendação de aprovação total, parcial ou indeferimento, devidamente fundamentada.
Por fim, a proposta é encaminhada para a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). Ela reanalisa os projetos com base nos mesmos critérios objetivos, reflete sobre o custo-benefício dos produtos que propõem ser criados e endossa, ou não, os pareceres produzidos pelos peritos. Isto é feito em reuniões ordinárias mensais, que possibilitam decisões colegiadas e com transmissão online em tempo real.

CNIC

A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC) é um colegiado de assessoramento formado por representantes dos setores artísticos, culturais e empresariais, em paridade da sociedade civil e do poder público. Os membros da sociedade civil são oriundos das cinco regiões brasileiras, representando as áreas das artes cênicas, do audiovisual, da música, das artes visuais, do patrimônio cultural, de humanidades e do empresariado nacional. A escolha destes integrantes é feita a partir de indicações de entidades representativas e habilitadas por meio de edital público, a cada dois anos. Desde 2011, as reuniões da CNIC acontecem também fora de Brasília, promovendo, em paralelo, atividades com a comunidade cultural das localidades visitadas, a exemplo do “Fórum de Fomento à Cultura – O Produtor Cultural e a Lei Federal de Incentivo à Cultura”, englobando palestras, debates e oficinas de capacitação.

Enquadramento dos Projetos: Faixas de Renúncia 

Os projetos culturais podem ser enquadrados no Artigo 18 ou no Artigo 26 da Lei Rouanet.
Quando o projeto é enquadrado no artigo 18, o apoiador poderá deduzir 100% do valor investido, desde que respeitado o limite de 4% do imposto devido para pessoa jurídica e 6% para pessoa física.
O apoiador de um projeto enquadrado no artigo 26 poderá deduzir, em seu imposto de renda, o percentual equivalente a 30% (no caso de patrocínio) ou 40% (no caso de doação), para pessoa jurídica; e 60% (no caso de patrocínio) ou 80% (no caso de doação), para pessoa física.
A Lei Rouanet define o enquadramento com base em segmentos culturais. São enquadrados no Artigo 18 os setores abaixo listados; tudo que não estiver previsto no Artigo 18 se enquadra no Artigo 26.
a) artes cênicas;
b) livros de valor artístico, literário ou humanístico;
c) música erudita ou instrumental;
d) exposições de artes visuais;
e) doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, bem como treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para a manutenção desses acervos;
f) produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual;
g) preservação do patrimônio cultural material e imaterial;
h) construção e manutenção de salas de cinema e teatro, que poderão funcionar também como centros culturais comunitários, em municípios com menos de cem mil habitantes.

Normativos e Documentos

Legislação

Decreto 5.761/2006 – Regulamenta a Lei 8.313/1991 e estabelece sistemática de execução do PRONAC
Instrução Normativa 1/2013 – Estabelece procedimentos relativos ao incentivo fiscal
Portaria 83/2011 – Define as regras de classificação e distribuição de projetos entre peritos
Portaria 116/2011 – Regulamenta os segmentos culturais
Compêndio PRONAC – Legislação aplicável

Manual de Identidade Visual

A análise da aplicação de marcas em materiais de projetos apoiados por meio de incentivo fiscal é feita exclusivamente via sistema. Para solicitar apreciação, os materiais devem ser incluídos na página do projeto dentro do Sistema de Apoio às Leis de Incentivo à Cultura (Salic). Não é aceita nenhuma outra forma de encaminhamento.
Acesse a página de logotipos.

Read Full Post »

playlist

Depois de fechado para limpeza geral e obras o Museu de Ciências Naturais da UFRGS, abre as portas na sexta feira dia 06. Para reabertura, o MUCIN apresenta ao público sua nova exposição temporária “As Origens da Planície Costeira do Rio Grande do Sul”. Partindo de perguntas como: O que mudou daquele tempo para cá? O Planeta Terra sempre foi igual? O lugar onde vivemos sempre foi igual? O Museu procura apresentar algumas pistas e para saber mais sobre as respostas para essas perguntas convidamos a visitarem o Museu. Lembrando que em Janeiro e Fevereiro estamos abertos também aos domingos das 14:30 as 17:30.

folder-exposicao

Nos meses de verão também temos oficinas no museu. São ofertadas sempre as sextas feiras. Confira a programação nas redes sociais e pelo site do Ceclimar.

oficinas

Read Full Post »

Sobre o pintor, desenhista, gravador e arquiteto Carlos Mancuso, pode-se dizer que sua relação com a técnica da aquarela é quase uma simbiose: “senti na aquarela a alegria da espontaneidade, a leveza da linguagem, a rapidez da execução, a ela se liga muito meu temperamento, com essa possibilidade de transparência e luminosidade”. Mancuso nasceu em Porto Alegre em 1930 e na mesma cidade faleceu em 2010. Foi aluno de João Faria Viana e como artista recebeu várias premiações ao longo da carreira.

 Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 30 x 40 cm, coleção Heitor Bergamini, foto Clóvis Dariano.

Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 30 x 40 cm, coleção Heitor Bergamini, foto Clóvis Dariano.

No ofício de arquiteto, Carlos Mancuso chefiou a equipe de restauração do Theatro São Pedro e atuou nas restaurações do Solar dos Câmara e do Solar Lopo Gonçalves. Era profundo conhecedor do Barroco chegando a escrever um livro sobre o tema em 1972. Mesmo no exercício profissional de sua atividade de arquiteto utilizava a aquarela para executar esboços e projetos. Mostrou também um grande talento para o magistério, sendo professor por muitos anos das disciplinas de estética e de história da arte no Instituto de Artes e na Faculdade de Arquitetura da UFRGS.

Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 34 x 44,5 cm, coleção Heitor Bergamini, foto Clóvis Dariano.

A exposição que abrirá na Pinacoteca Aldo Locatelli no dia 20 de dezembro, sob curadoria da professora Blanca Brites, contará com 33 aquarelas de Carlos Mancuso, distribuídas em duas temáticas: paisagens e natureza mortas. Todas as obras são oriundas dos acervos do colecionador Heitor Bergamini, da família Mancuso, de Alfredo Nicolaiewsky e da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo da UFRGS. A realização da mostra é da Coordenação de Artes Plásticas da Secretaria da Cultura de Porto Alegre e, assim como as exposições “A Escrita Se Fez Imagem – Simões Lopes Neto Ilustrado por Nelson Boeira Fraedrich”, “A Voz das Cores – Aquarelas de José Lutzenberger” e “Um Vôo Livre – aquarelas de Norberto Stori”, foi pensada com o intuito de destacar artistas que obtiveram êxito em suas pinturas sobre o papel.

 Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 35 x 49,5 cm, coleção Ricardo Mancuso, foto Clóvis Dariano.

Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 35 x 49,5 cm, coleção Ricardo Mancuso, foto Clóvis Dariano.

 

SENSÍVEL LEVEZA – Carlos Mancuso

Pinacoteca Aldo Locatelli – Paço dos Açorianos

Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico – Porto Alegre

abertura: 20 de dezembro, terça-feira, 19h

visitação: até 27 de janeiro de 2017

segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h

acervo@smc.prefpoa.com.br / [55] (51) 3289 3735

Read Full Post »

Ya conocemos la definición convencional de lo que es una exposición: “una es una representación ordenada a partir de objetos ordenados colocados unos al lado de los otros para ser vistos por el público (Moles, 1983).  Esta idea de exposición se nos ha quedado un tanto obsoleta, veamos porqué. En las teorías miseológicas que aun ¡un se barajan con exasperante frecuencia se dice, se comenta eruditamente, que en la exposición intervienen tres factores importantes:

1. El efecto producido en el espectador o visitante por los objetos expuestos. Estos objetos son portadores de significados que contribuyen a una explicación del contenido de la exposición.

2. El tratamiento de la temática de la exposición tanto en su totalidad, como en cada uno de sus elementos constitutivos. Esto representa la forma o técnica aplicada que dependerá del número de objetos y de su modo de inserción en el conjunto temático, estando la selección de los objetos en relación a su grado de representatividad o significación con respecto al tema; la ubicación de los objetos dentro del espacio, así como de la conexión que se establezca entre ellos; de los medios y equipos técnicos utilizados y del propio carácter de la sala de la exposición.

3. El ordenamiento de la exposición mediante la aplicación de los conocimientos museológicos, es decir, del discurso expositivo.

Foto: Samuel Weidmann

Foto: Samuel Weidmann

Dejad que sigamos con la metodología un poquito más: Estos tres componentes tienen consecuencias cuantitativas y cualitativas importantes y, de su interpelación van a surgir una gran diversidad de técnicas de exposición (Gradner y Heller 1960; Bruce, 1964; Pope-Hennessy, 1975 y Velarde, 1988). Y seguimos; no obstante, debemos tener siempre presente que el objetivo principal de una exposición es crear unas condiciones idóneas para que se produzca el diálogo visitante-objeto… Esto es lo que se encuentra uno en los libros de la teoría de la museología, y cuando la teoría se aplica insistentemente a la museografía. A nosotros se nos revuelve un poco todo cuando leemos estas cosas. Parece ser que los teóricos no se acaban de dar cuenta que hay algo que se denomina “la realidad” y que nos cuentan desde su púlpito a los humanos, ellos parecen no serlo, lo que se debe y no debe hacer a la hora de proyectar un museo.

Fotografía: Joan Baran

Fotografía: Joan Baran

Lo que se consigue con la difusión de lo teórico en estos casos, es que no estemos evolucionando a la velocidad necesaria para dar respuesta a las necesidades de los visitantes; a lo que quieren y necesitan – los niños, los adolescentes, los terinteañeros, los cuarentones con o sin hijos, los maduritos y la tercera edad masculina y femenina -. Los museos aburren a las piedras en una gran mayoría, ¿por qué? Pues porque los museos en su gran mayoría -, no ofrecen a losa visitantes lo que los visitantes necesitan. Estamos en el año 2014, siglo XXI, la percepción de las personas con relación a lo que les rodea, nunca ha sido tan compleja como ahora, ¿cuál es la razón? El inmenso exceso de información al que podemos acceder y, además, usando multitud de gadgets soportes para llegar a esa información, todo facilísimo. Querámoslo o no, lo que ha producido esta evolución en la percepción de la realidad por parte de la sociedad, es que las personas nos hemos vuelto muy poco pacientes con la información que recibimos: lo queremos todo y lo queremos ya. No se da ni una mínima oportunidad al titubeo o a la espera. Esta forma de “leer” la realidad que ahora tiene la sociedad y que lo ha importado de la manera del bit2bit, dentro de nuestro campo de actuación que son los museos, hace que todo el planteamiento museológico y museográfico deba cambiar ya, deba evolucionar inmediatamente.

Diseño: Julian Twin

Diseño: Julian Twin

Para empezar y concretizando, no enrollándonos más, que nos vais a abandonar si seguimos bla, bla, comentar que echamos mucho de menos en los programas formativos de la enseñanza de la museología el término “creatividad” y su desarrollo, su aprendizaje – señores la creatividad no es un don natural, es una herramienta -. Habrá quien piense que la creatividad sea eso, un don que se tiene o no se tiene, que se nace con él o no, y que por tanto no se puede enseñar y menos aplicado en algo “tan metodológico” como es la museología. Es un grave error pensar así. Nosotros hemos tenido la oportunidad, hace muy poco, de testar el interés de nuestros futuros museólogos sobre la creatividad aplicada en su campo, y nos hemos quedado muy sorprendidos para mal, por la escasísima respuesta. Todo apunta al poquísimo interés en incorporar la creatividad a lo que ellos entienden como el discurso museológico. Estamos espantados porque eso es como decir que con las nuevas generaciones vamos a tener más de lo mismo, es decir, grandes discursos, pocas soluciones a la medida de las expectativas de la sociedad y mucha menos evolución de cara al futuro. ¿Seguimos aspirando a la funcionarialidad? ¿Aprobar examen y a vivir? No, no, por favor, aquí no.

Steve Bonner

Steve Bonner

Estos nuevos museólogos no se dan cuenta que, como nos ha pasado a nosotros, tendrán que, por ejemplo, tratar con Lucasfilms para montar una exposición y que una empresa como Lucasfilms no admite tratar con personas que no saben lo que es la creatividad. Lo podemos asegurar porque lo hemos sufrido lidiando con museólogos cartesianos. O, sin tanto exotismo, tratar con profesionales nórdicos para montar una exposición conjunta donde habrá un choque de “culturas museológicas”. Si un alumno de museología o de cualquier otra disciplina no es consiente de que necesita la creatividad para mejorar la realidad, mal asunto. Sin creatividad, como dirían los de Silicon Valley: “no podríamos hacer de este mundo un lugar mejor para vivir”. Señores profesores, dejen ustedes por favor de hablar desde los púlpitos y echen un vistazo a lo que está ocurriendo allá fuera, que nos comen los chinches aquí si siguen ustedes dejando al margen la creatividad y la brutal simplicidad de pensamiento, de la que hablaremos de nuevo en otra ocasión.

Uno de los carteles promocionales de la exposición: Star Wars Identities, propiedad de Lucasfilms

 

Fonte original: Eve Museografía

Read Full Post »

Foto: Acervo Nuances

Foto: Acervo Nuances

No dia 18 de novembro, sexta-feira, às 19h, inaugura a exposição Uma cidade pelas margens, no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo. A mostra explora a trajetória de pessoas e organizações que protagonizaram a luta pela visibilidade e pelo direito à diversidade em Porto Alegre. Também serão realizadas duas mesas redondas e Piquenique Cultural temático. O projeto é uma parceria entre o Museu e o Nuances – Grupo pela livre expressão sexual, a Liga Brasileira de Lésbicas do Rio Grande do Sul (LBL- RS), além do Curso de Graduação em Museologia, do Laboratório de Políticas Públicas Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS) e do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIST), todos vinculados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Sobre a exposição

No dia 13 de novembro de 2016 ocorre a 20ª edição da Parada Livre, evento realizado em Porto Alegre desde 1997 e que, atualmente, reúne milhares de pessoas no Parque Farroupilha. Essa manifestação é um marco na luta pela visibilidade da comunidade LGBTT – sigla para gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais – e pelo direito à diversidade.

O Museu de Porto Alegre tem proposto atividades que buscam contemplar pautas consideradas importantes para a construção de uma cidade democrática e plural. Em 2015, em função da 9ª Primavera dos Museus, foi realizada a exposição de curta duração (In)visibilidades dos povos indígenas em Porto Alegre , dedicada trajetória histórica de Kaingangs, Mbyás-Guarani e Charruas. Em 2016, durante as comemorações dos 244 anos da cidade, o Projeto Tambores de Porto Alegre promoveu uma série de atividades, dentre as quais a realização de uma exposição temporária que reuniu um acervo de elementos das manifestações afro gaúchas, em especial o Tambor Sopapo, os tambores do Candombe e do Batuque de Nação Oyó Idjexá e o Urucungos.

Dando continuidade a essa proposta, trazemos a temática LGBTT para o espaço do Museu, construindo uma ponte entre a realização da 20ª Parada Livre e a história e memória da população LGBTT em Porto Alegre. Tendo isso em vista, teve início um processo colaborativo que resultou na proposição de uma série de atividades a serem desenvolvidas nos meses de novembro e dezembro.

A exposição de curta duração Uma cidade pelas margens é dividida em dois eixos. O primeiro trata a questão da cartografia da cidade sob a perspectiva LGBTT, identificando espaços de sociabilidade fundamentais para a construção dessa narrativa. O segundo apresenta a luta e as conquistas dos direitos humanos, a resistência e os avanços nas questões jurídicas. A mostra fica em cartaz até o dia 30 de dezembro.

Sobre a programação paralela

A primeira mesa redonda acontece no dia 23 de novembro, às 19h, com o tema as Trajetórias, histórias e memórias da comunidade LGBTT com as historiadoras Íris Germano e Liane Muller. A segunda, ainda sem data definida, vai abordar Saúde, Educação e Caminhos jurídicos da Comunidade LBGTT. Os encontros serão no auditório do Museu, com entrada franca. Para encerrar a programação, no dia 11 de dezembro, está previsto a edição de um Piquenique Cultural temático com diversas atrações culturais, no jardim do Museu.

Serviço:
O que: Abertura da exposição Uma Cidade pelas margens
Quando: Dia 18 de novembro de 2016, sexta-feira, às 19h
Onde: Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo (João Alfredo, 582, Cidade Baixa, Porto Alegre-RS)
Entrada franca
Visitação: de segunda das 13h às 17h30min, de terça a sexta das 9h às 12h e das 13h às 17h30min até o dia 30 de dezembro de 2016.
Informações pelo 3289-8275
Visitas para grupos podem ser agendadas através do telefone 3289.8270.

Rua João Alfredo, 582 | Cidade Baixa | Porto Alegre – RS
51.3289 8275

Fonte: Guia21.sul21

Read Full Post »

Nachlass Leonore Mau. S. Fischer

Nachlass Leonore Mau. S. Fischer

 

Exposição de Fotografias
A Casa de Leonore Mau
Curadoria: Alexandre Santos

Abertura: 17 de novembro de 2016, 19h, no Goethe-Institut Porto Alegre (Rua 24 de Outubro, 112),
com palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen (Alemanha)

Realização: Goethe-Institut Porto Alegre, Fundação S. Fischer, Programa de Pós-Graduação do Instituto de Artes da UFRGS

No âmbito do projeto regional “Hubert Fichte – Liebe und Ethnologie” (Amor e Etnologia), que conta com a participação de vários Institutos do Brasil, Chile, USA, Portugal, Senegal e Alemanha , o Goethe-Institut Porto Alegre abordará o universo feminino da “Lebensreise” (Viagem da Vida) de Hubert Fichte e Leonore Mau. Entre as décadas de 1960 e 1980, o casal viajou várias vezes pela América do Sul e se ocupou com as questões da estética da produção literária e fotográfica. A exposição de fotografias de Leonore Mau, que abrirá no dia 17 de novembro de 2016 na Galeria do Goethe-Institut com uma palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen, comprova que os trabalhos de Mau não eram simplesmente imagens ilustrativas para a obra literária de Fichte, mas tinham sua própria autonomia e qualidade estética.

A exposição traz fotografias realizadas por Leonore Mau durante suas viagens ao Brasil para realizar projetos em parceria com Hubert Fichte. Trata-se de imagens ainda não vistas em Porto Alegre, versando sobre diferentes temas como a infância, as cerimônias religiosas afro-brasileiras, o carnaval, a vida nas favelas, as praias, as ruas e os lares de diferentes extratos sociais do país.

O curador, Alexandre Santos, professor de história da arte e pesquisador da fotografia do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a convite do Goethe-Institut Porto Alegre viajou a Hamburgo, Alemanha, para selecionar fotografias de Leonore Mau que estão no acervo da Fundação S. Fischer.
A cineasta e fotógrafa Nathalie David que trabalhou por 20 anos com Leonore Mau e em 2005, por solicitação da Fundação S. Fischer, produziu o documentário “Diese Photographin heißt Leonore Mau” (Essa Fotógrafa se chama Leonore Mau), estará na finissage da exposição, em março de 2017 para apresentar o seu documentário e participar de uma mesa redonda com o curador da exposição.

Serviço:

Exposição “A Casa de Leonore Mau”
Galeria do Goethe-Institut Porto Alegre (24 de outubro,112)
Palestra e coquetel de abertura: 17 de novembro de 2016, 19h, no Goethe-Institut Porto Alegre, com palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen (Alemanha) 20h: Coquetel
Visitação: de segunda a sexta | das 10h às 19h30
Sábados: das 9h às 12h30
Domingos e feriados não há visitação
Entrada franca

 

Fonte: Guia21.sul21

Read Full Post »

Older Posts »