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Archive for the ‘museologia’ Category

O 7º Fórum Nacional de Museus inicia hoje dia 30/05, no Centro de Eventos da PUCRS e as 19 horas terá a abertura oficial do evento. Se você está meio perdido quanto às informações sobre o maior fórum de museus do Brasil, o IBRAM lançou o App do evento. O objetivo e ampliar a participação do público e o acompanhamento das atividades. Agenda diária, perfil dos convidados, notícias, bloco de notas, perguntas e outras novidades para quem estiver em Porto Alegre! O app Ibram Eventos já está disponível para Android na Google Play e deve estar, a partir de amanhã, também na Apple Store (IOS).

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CHAMADA ABERTA

O Exchange Programme – Programa de Intercâmbio destina-se a construir conexões entre museus, instituições culturais e universidades criativas no Brasil e no Reino Unido. Incentiva a colaboração através da troca de conhecimentos e melhores práticas para o desenvolvimento do setor cultural, fornecendo recursos às instituições para promover a capacitação das equipes de profissionais e aumentar a compreensão intercultural, resultando em parcerias.

O British Council busca candidaturas interessadas no intercâmbio mútuo de profissionais de instituições do Brasil e do Reino Unido, permitindo que os candidatos desenvolvam uma residência com a instituição parceira ou universidade por um período mínimo de duas semanas e máximo de um mês.

Objetivos

  • Aprimorar o desenvolvimento profissional, fortalecendo assim a capacidade institucional;
  • Disseminar boas práticas inovadoras que repercutam dentro e fora dos museus, instituições culturais e universidades criativas;
  • Desenvolver um conhecimento mais amplo e compreensão de outras culturas;
  • Dar visibilidade a áreas específicas do trabalho institucional;
  • Fornecer habilidades e conhecimentos necessários para aumentar a sustentabilidade e o fortalecimento das instituições;
  • Desenvolver projetos colaborativos para implementação futura.

Quem pode se candidatar?

  • Museus;
  • Universidades criativas (ou seja, faculdades em áreas como artes e setores criativos);
  • Instituições culturais sem fins lucrativos.

As candidaturas são feitas a nível institucional e os candidatos não podem se inscrever individualmente, sem vinculação institucional e sem a anuência da instituição à qual estejam vinculados.

Os candidatos, selecionados através de seus museus, instituições ou universidades criativas, devem ser funcionários permanentes em tempo integral com um mínimo de 3 anos de experiência no setor.

Esta chamada não se aplica a residências artísticas.

Como se candidatar

Por favor, leia o Termo de Referência disponível para download no final desta página.  

Preencha o formulário de inscrição online específico desta chamada, enviando através da ferramenta uma carta aprovada conjuntamente pelo diretor ou presidente das duas instituições envolvidas na proposta de intercâmbio.

As candidaturas devem ser enviadas em inglês, uma vez que este é o idioma de trabalho do programa de intercâmbio.

Calendário

  • A inscrição deve ser enviada pelo formulário on-line até domingo 25 de junho de 2017 às 12h00 GMT (meio-dia do horário de Greenwich).
  • As candidaturas bem sucedidas serão informadas até 15 de julho de 2017.
  • O intercâmbio deverá ser realizado por um período mínimo de duas semanas e não superior a um mês entre agosto de 2017 e meados de março de 2018.

Contato

Para mais informações ou perguntas, por favor entre em contato com o British Council Brasil somente através do e-mail contato@britishcouncil.org.br.

As áreas temáticas prioritárias do intercâmbio são:

. Desenvolvimento institucional;
. Curadoria;
. Gestão de coleções;
. Expansão do alcance público, atraindo públicos “difíceis de alcançar”;
. Desenvolvimento de exposições;
. Desenvolvimento de ações educativas;
. Envolvimento da comunidade, particularmente de comunidades em situação de vulnerabilidade social;
. Participação, colaboração e inclusão;
. Merchandising e marketing;
. Desenvolvimento de conteúdos digitais;
. Empreendimentos comerciais em museus;
. Impacto econômico dos museus;
. Museus e economia criativa;
. Memória e patrimônio cultural;
. Patrimônio imaterial;
. Museus regionais, rurais e comunitários;
. Museus e Direitos Humanos;
. Avaliação de impacto;
. Acessibilidade

Inscrições Aqui

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O Centro de Eventos da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), em Porto Alegre, receberá a 7ª edição do Fórum Nacional de Museus (FNM) entre os dias 30 de maio e 4 de junho de 2017.

Centro de Eventos da PUC-RS sediará o FNM 2017

Com 5,6 mil metros quadrados, o espaço multifuncional será adequado para receber conferências, painéis, minicursos, grupos de trabalho e programação paralela – como feira de artesanato e estandes com produtos que fazem parte da cadeia produtiva dos museus. Confira a grade de programação.

Além disso, no complexo da PUC-RS também está localizado o Museu de Ciências e Tecnologia da universidade – incluído entre os 10 melhores museus brasileiros em 2016, de acordo com premiação da plataforma TripAdvisor.

FNM 2017
Promovido pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o Fórum Nacional de Museus 2017 reunirá estudantes, gestores e os diversos profissionais que atuam na área de museus sob o tema Recomendação Unesco: caminhos para museus e coleções. Saiba mais.

A participação nas atividades do FNM é gratuita – mediante entrega de 1 kg de alimento não perecível no ato de credenciamento. As inscrições online estão abertas até 26 de maio. A partir desta data poderão ser feitas durante o evento.

Mais informações podem ser obtidas pelo endereço eletrônico forumnacionaldemuseus@museus.gov.br ou pelo telefone (61) 3521.4112.

 

Fonte: IBRAM

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A Reinwardt Academy, Escola das Artes de Amsterdã (Holanda) está oferecendo duas bolsas, exclusivas para brasileiros, destinadas à participação na próxima turma de seu mestrado em Museologia.

As bolsas, oferecidas através do programa Orange Tulip Scholarship, cobrem a maior parte do valor das anuidades do curso, sendo cobrado valor de 2.500 euros – o valor normal seria de ‎€ 7.000 para o primeiro ano e ‎€ 3.500 para o segundo ano do mestrado.

O Mestrado Internacional em Museologia da Reinwardt Academy divide-se em três etapas: programa educacional, estágio e produção de tese. Estudantes em tempo integral completam as três etapas em 18 meses.

O programa oferece um amplo leque de conhecimento teórico, auxiliando os participantes a desenvolver uma abordagem acadêmica da Museologia combinada com competências profissionais aplicadas.

Para candidatar-se a uma das vagas, são exigidos diploma de graduação, currículo e três cartas de recomendação, além de domínio básico de língua inglesa. Saiba mais.

Fonte: IBRAM

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Entre os dias de março e 2 de abril, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) recebe inscrições de trabalhos para as Comunicações Coordenadas do 7º Fórum Nacional de Museus (FNM) – que acontece em junho na cidade de Porto Alegre (RS).

Sob o tema Recomendações Unesco 2015 para a Proteção e Promoção do Patrimônio Museológico e Coleções, os trabalhos devem refletir sobre perspectivas e caminhos a serem trilhados pelos museus no Brasil tendo em vista as Recomendações da Unesco – aprovadas a partir de iniciativa brasileira e consideradas “um pilar das políticas públicas de museus para as próximas décadas”. Conheça o documento.

Como participar
Resumos de pesquisas, relatos de experiências, em desenvolvimento ou já finalizadas, acadêmicos ou não, podem ser inscritos.

No total, serão selecionados 18 trabalhos na modalidade Apresentação Oral e 30 trabalhos na modalidade Pôster.

A comissão de seleção será composta por cinco membros, sendo três da equipe técnica do Ibram e dois externos, considerados de notório saber na área da Museologia.

Cada candidato pode inscrever, no máximo, um trabalho como autor e um como co-autor, independente da modalidade escolhida. Não serão aceitos trabalhos já apresentados em edições anteriores do FNM. Acesse o edital e seus anexos.

Dúvidas e outras questões podem ser enviadas para o endereço eletrônico comunicacoes.coordenadas@museus.gov.br.

Sobre o FNM
Organizado pelo Ibram, o Fórum Nacional de Museus tem por objetivo refletir, avaliar e delinear diretrizes para a Política Nacional de Museus (PNM), além de consolidar as bases para a implantação de um modelo de gestão integrada dos museus brasileiros, representado pelo Sistema Brasileiro de Museus (SBM).

Constitui-se como um espaço fundamental para intercâmbio de experiências entre comunidade museológica, sociedade civil, instituições de ensino superior, museus e órgãos de gestão museológica federais, estaduais e municipais.

Palestras, oficinas, grupos de trabalho, debates, entre outras atividades, compõem a programação. Saiba mais.

Fonte: Ascom/Ibram

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Criado pela Lei 11.906, de 20 de janeiro de 2009, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) comemora oito anos nesta sexta-feira (20). A autarquia é vinculada ao Ministério da Cultura (MinC), sendo responsável pela consolidação da Política Nacional de Museus (PNM) e pela elaboração de políticas públicas para o desenvolvimento do setor museológico.

O Ibram também administra diretamente 29 museus federais em nove estados: Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Sempre considerando a diversidade museal brasileira, o Ibram tem buscado estabelecer um diálogo com os cerca de 3,6 mil museus do País, número resultante de mapeamento contínuo realizado pelo instituto, levando a cabo ações de fomento e financiamento, aquisição e preservação de acervos, bem como de integração entre os diversos públicos que compõem o setor.

O que está por vir

Para 2017, três ações são consideradas prioritárias para o Ibram: a requalificação dos museus de sua rede, o novo Registro de Museus e a realização do Fórum Nacional de Museus.

A requalificação dos museus Ibram é uma ação permanente de preservação do patrimônio histórico e cultural. Atualmente, há obras em andamento em oito museus da rede Ibram. Também estão em andamento processos licitatórios para requalificação de mais sete instituições.

O Registro de Museus, lançado em dezembro de 2016, é uma importante ferramenta da Política Nacional de Museus e foi construído de forma colaborativa, no intuito de espelhar a realidade museológica brasileira da melhor forma possível. Sua implementação traz diversos benefícios, como a maior confiabilidade das informações e maior visibilidade dos museus.

Já o Fórum Nacional de Museus (FNM) é um evento que congrega a comunidade museológica, reunindo profissionais de museus, professores e estudantes de todo o país, para discutirem políticas públicas e outros temas relevantes para os museus brasileiros. Em sua 7ª edição, neste ano o FNM será realizado na cidade de Porto Alegre (RS).

Fonte:

Instituto Brasileiro de Museus (Ibram)
Ministério da Cultura

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Ya conocemos la definición convencional de lo que es una exposición: “una es una representación ordenada a partir de objetos ordenados colocados unos al lado de los otros para ser vistos por el público (Moles, 1983).  Esta idea de exposición se nos ha quedado un tanto obsoleta, veamos porqué. En las teorías miseológicas que aun ¡un se barajan con exasperante frecuencia se dice, se comenta eruditamente, que en la exposición intervienen tres factores importantes:

1. El efecto producido en el espectador o visitante por los objetos expuestos. Estos objetos son portadores de significados que contribuyen a una explicación del contenido de la exposición.

2. El tratamiento de la temática de la exposición tanto en su totalidad, como en cada uno de sus elementos constitutivos. Esto representa la forma o técnica aplicada que dependerá del número de objetos y de su modo de inserción en el conjunto temático, estando la selección de los objetos en relación a su grado de representatividad o significación con respecto al tema; la ubicación de los objetos dentro del espacio, así como de la conexión que se establezca entre ellos; de los medios y equipos técnicos utilizados y del propio carácter de la sala de la exposición.

3. El ordenamiento de la exposición mediante la aplicación de los conocimientos museológicos, es decir, del discurso expositivo.

Foto: Samuel Weidmann

Foto: Samuel Weidmann

Dejad que sigamos con la metodología un poquito más: Estos tres componentes tienen consecuencias cuantitativas y cualitativas importantes y, de su interpelación van a surgir una gran diversidad de técnicas de exposición (Gradner y Heller 1960; Bruce, 1964; Pope-Hennessy, 1975 y Velarde, 1988). Y seguimos; no obstante, debemos tener siempre presente que el objetivo principal de una exposición es crear unas condiciones idóneas para que se produzca el diálogo visitante-objeto… Esto es lo que se encuentra uno en los libros de la teoría de la museología, y cuando la teoría se aplica insistentemente a la museografía. A nosotros se nos revuelve un poco todo cuando leemos estas cosas. Parece ser que los teóricos no se acaban de dar cuenta que hay algo que se denomina “la realidad” y que nos cuentan desde su púlpito a los humanos, ellos parecen no serlo, lo que se debe y no debe hacer a la hora de proyectar un museo.

Fotografía: Joan Baran

Fotografía: Joan Baran

Lo que se consigue con la difusión de lo teórico en estos casos, es que no estemos evolucionando a la velocidad necesaria para dar respuesta a las necesidades de los visitantes; a lo que quieren y necesitan – los niños, los adolescentes, los terinteañeros, los cuarentones con o sin hijos, los maduritos y la tercera edad masculina y femenina -. Los museos aburren a las piedras en una gran mayoría, ¿por qué? Pues porque los museos en su gran mayoría -, no ofrecen a losa visitantes lo que los visitantes necesitan. Estamos en el año 2014, siglo XXI, la percepción de las personas con relación a lo que les rodea, nunca ha sido tan compleja como ahora, ¿cuál es la razón? El inmenso exceso de información al que podemos acceder y, además, usando multitud de gadgets soportes para llegar a esa información, todo facilísimo. Querámoslo o no, lo que ha producido esta evolución en la percepción de la realidad por parte de la sociedad, es que las personas nos hemos vuelto muy poco pacientes con la información que recibimos: lo queremos todo y lo queremos ya. No se da ni una mínima oportunidad al titubeo o a la espera. Esta forma de “leer” la realidad que ahora tiene la sociedad y que lo ha importado de la manera del bit2bit, dentro de nuestro campo de actuación que son los museos, hace que todo el planteamiento museológico y museográfico deba cambiar ya, deba evolucionar inmediatamente.

Diseño: Julian Twin

Diseño: Julian Twin

Para empezar y concretizando, no enrollándonos más, que nos vais a abandonar si seguimos bla, bla, comentar que echamos mucho de menos en los programas formativos de la enseñanza de la museología el término “creatividad” y su desarrollo, su aprendizaje – señores la creatividad no es un don natural, es una herramienta -. Habrá quien piense que la creatividad sea eso, un don que se tiene o no se tiene, que se nace con él o no, y que por tanto no se puede enseñar y menos aplicado en algo “tan metodológico” como es la museología. Es un grave error pensar así. Nosotros hemos tenido la oportunidad, hace muy poco, de testar el interés de nuestros futuros museólogos sobre la creatividad aplicada en su campo, y nos hemos quedado muy sorprendidos para mal, por la escasísima respuesta. Todo apunta al poquísimo interés en incorporar la creatividad a lo que ellos entienden como el discurso museológico. Estamos espantados porque eso es como decir que con las nuevas generaciones vamos a tener más de lo mismo, es decir, grandes discursos, pocas soluciones a la medida de las expectativas de la sociedad y mucha menos evolución de cara al futuro. ¿Seguimos aspirando a la funcionarialidad? ¿Aprobar examen y a vivir? No, no, por favor, aquí no.

Steve Bonner

Steve Bonner

Estos nuevos museólogos no se dan cuenta que, como nos ha pasado a nosotros, tendrán que, por ejemplo, tratar con Lucasfilms para montar una exposición y que una empresa como Lucasfilms no admite tratar con personas que no saben lo que es la creatividad. Lo podemos asegurar porque lo hemos sufrido lidiando con museólogos cartesianos. O, sin tanto exotismo, tratar con profesionales nórdicos para montar una exposición conjunta donde habrá un choque de “culturas museológicas”. Si un alumno de museología o de cualquier otra disciplina no es consiente de que necesita la creatividad para mejorar la realidad, mal asunto. Sin creatividad, como dirían los de Silicon Valley: “no podríamos hacer de este mundo un lugar mejor para vivir”. Señores profesores, dejen ustedes por favor de hablar desde los púlpitos y echen un vistazo a lo que está ocurriendo allá fuera, que nos comen los chinches aquí si siguen ustedes dejando al margen la creatividad y la brutal simplicidad de pensamiento, de la que hablaremos de nuevo en otra ocasión.

Uno de los carteles promocionales de la exposición: Star Wars Identities, propiedad de Lucasfilms

 

Fonte original: Eve Museografía

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