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Archive for the ‘1º Região Museológica’ Category

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Iniciou hoje a Semana do Patrimônio Cultural no Município de São Leopoldo que está acontecendo de 14 a 20 de agosto de 2017. Abaixo vocês podem conferir os cartazes de cada dia da palestra.

 

 

 

 

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Foto: Acervo Nuances

Foto: Acervo Nuances

No dia 18 de novembro, sexta-feira, às 19h, inaugura a exposição Uma cidade pelas margens, no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo. A mostra explora a trajetória de pessoas e organizações que protagonizaram a luta pela visibilidade e pelo direito à diversidade em Porto Alegre. Também serão realizadas duas mesas redondas e Piquenique Cultural temático. O projeto é uma parceria entre o Museu e o Nuances – Grupo pela livre expressão sexual, a Liga Brasileira de Lésbicas do Rio Grande do Sul (LBL- RS), além do Curso de Graduação em Museologia, do Laboratório de Políticas Públicas Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS) e do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIST), todos vinculados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Sobre a exposição

No dia 13 de novembro de 2016 ocorre a 20ª edição da Parada Livre, evento realizado em Porto Alegre desde 1997 e que, atualmente, reúne milhares de pessoas no Parque Farroupilha. Essa manifestação é um marco na luta pela visibilidade da comunidade LGBTT – sigla para gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais – e pelo direito à diversidade.

O Museu de Porto Alegre tem proposto atividades que buscam contemplar pautas consideradas importantes para a construção de uma cidade democrática e plural. Em 2015, em função da 9ª Primavera dos Museus, foi realizada a exposição de curta duração (In)visibilidades dos povos indígenas em Porto Alegre , dedicada trajetória histórica de Kaingangs, Mbyás-Guarani e Charruas. Em 2016, durante as comemorações dos 244 anos da cidade, o Projeto Tambores de Porto Alegre promoveu uma série de atividades, dentre as quais a realização de uma exposição temporária que reuniu um acervo de elementos das manifestações afro gaúchas, em especial o Tambor Sopapo, os tambores do Candombe e do Batuque de Nação Oyó Idjexá e o Urucungos.

Dando continuidade a essa proposta, trazemos a temática LGBTT para o espaço do Museu, construindo uma ponte entre a realização da 20ª Parada Livre e a história e memória da população LGBTT em Porto Alegre. Tendo isso em vista, teve início um processo colaborativo que resultou na proposição de uma série de atividades a serem desenvolvidas nos meses de novembro e dezembro.

A exposição de curta duração Uma cidade pelas margens é dividida em dois eixos. O primeiro trata a questão da cartografia da cidade sob a perspectiva LGBTT, identificando espaços de sociabilidade fundamentais para a construção dessa narrativa. O segundo apresenta a luta e as conquistas dos direitos humanos, a resistência e os avanços nas questões jurídicas. A mostra fica em cartaz até o dia 30 de dezembro.

Sobre a programação paralela

A primeira mesa redonda acontece no dia 23 de novembro, às 19h, com o tema as Trajetórias, histórias e memórias da comunidade LGBTT com as historiadoras Íris Germano e Liane Muller. A segunda, ainda sem data definida, vai abordar Saúde, Educação e Caminhos jurídicos da Comunidade LBGTT. Os encontros serão no auditório do Museu, com entrada franca. Para encerrar a programação, no dia 11 de dezembro, está previsto a edição de um Piquenique Cultural temático com diversas atrações culturais, no jardim do Museu.

Serviço:
O que: Abertura da exposição Uma Cidade pelas margens
Quando: Dia 18 de novembro de 2016, sexta-feira, às 19h
Onde: Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo (João Alfredo, 582, Cidade Baixa, Porto Alegre-RS)
Entrada franca
Visitação: de segunda das 13h às 17h30min, de terça a sexta das 9h às 12h e das 13h às 17h30min até o dia 30 de dezembro de 2016.
Informações pelo 3289-8275
Visitas para grupos podem ser agendadas através do telefone 3289.8270.

Rua João Alfredo, 582 | Cidade Baixa | Porto Alegre – RS
51.3289 8275

Fonte: Guia21.sul21

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O COREM 3ª Região promoverá palestra sobre “Certificação de Responsabilidade Técnica”, no dia 10 de novembro de 2016, às 18h30min, no Auditório II da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS. A palestra será proferida pela Vice-presidente do COFEM, Inga Veitenheimer Mendes.
Demais informações:  
Conselho Regional de Museologia 3ª Região

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A Cinemateca Capitólio estará promovendo nos próximos dias o Curso de Gestão de Acervos Audiovisuais que será ministrado pela Professora Fernanda Coelho especialista em Conservação de Acervos Audiovisuais.

Workshops do CEN 2016: inscrições abertas para cursos inéditos em Porto Alegre

1. GESTÃO DE ACERVOS AUDIOVISUAIS, com Fernanda Coelho
de 03 a 05 de Novembro das 14h às 21h, na Cinemateca Capitólio
(dia 03 até às 18h)
20 vagas * Investimento: R$ 200

Curso viabilizado em parceria com o Programa de Alfabetização Audiovisual e a Coordenação de Cinema,
Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura – Prefeitura de Porto Alegre.

Mais informações e inscrições aqui

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQylZ-Fr6zaK7IChG6AelkOvDzgrjUV9KUzBNO8fpIDFUHdg/viewform?c=0&w=1

Participe!

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MARE NOSTRUM, convite digital

Embora a prática de fixar imagens do mar e outros cursos d’água em pedras, cerâmicas, telas e outros suportes, seja conhecida desde a Antiguidade, foi há quatro séculos em que se estabeleceram os cânones das marinhas como gênero artístico. A cena marítima, ou simplesmente marinha, se destaca marcadamente na pintura na Holanda do século XVII, quando alguns artistas desenvolvem-na com tal excelência que suas obras são consideradas até hoje documentos históricos da expansão naval daquele país. Assim pode ser compreendido o óleo sobre tela intitulado “The Rejalma”, pintado por Jeronimus Van Diest em 1673, pertencente ao acervo da Pinacoteca Ruben Berta.

RB 042: JERONIMUS VAN DIEST (Holanda, 1631 - 1673) - "The Rejalma" - 1673 - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA RUBEN BERTA - foto: F.Zago-StudioZ

JERONIMUS VAN DIEST (Holanda, 1631 – 1673) – “The Rejalma” – 1673 – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA RUBEN BERTA – foto: F.Zago-StudioZ

A partir desta “tela-conceito” a exposição MARE NOSTRUM busca estabelecer um diálogo, com outras 32 obras do acervo da Prefeitura de Porto Alegre, que representam marinhas datadas de fins do século XIX aos inícios do século XX, mostrando diversas facetas do tradicional gênero. Assim, uma grande mudança pode ser percebida em obras que espelham o espírito romântico que no século XIX enfeitiçava o mundo ocidental. Partidários do espírito daquele tempo, diversos artistas passaram a buscar a dramaticidade no turbilhão da natureza e na força dos seus movimentos indômitos e sublimes. Mais adiante as marinhas readquirem uma posição de relevo na criação de pinturas produzidas sob o impacto do Impressionismo que trouxe novos experimentos técnicos sobre os efeitos da luz e da diversidade de cores. Os desdobramentos desta abordagem – que às vezes resulta em pinceladas violentas e outras em quase abstração – perpassam diversas obras criadas no século XX.

ANGELO GUIDO (Itália,1893 – Pelotas, 1969) - "Marinha - Ilha Porchat" - sem data - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA ALDO LOCATELLI - foto: Leopoldo Plentz

ANGELO GUIDO (Itália,1893 – Pelotas, 1969) – “Marinha – Ilha Porchat” – sem data – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA ALDO LOCATELLI – foto: Leopoldo Plentz

A exposição MARE NOSTRUM, não deriva de uma conceituação rígida de marinhas. De modo que contempla quadros que nem sempre trazem o mar como personagem único ou principal. Divide, por vezes, o campo da tela com montanhas, praias e com o próprio homem. Para além das representações do mar, estão incluídas também paisagens de lagos, rios e riachos. Porém, inquestionavelmente, as águas são a referência mágica que determinam a composição, conferindo o tom predominante. MARE NOSTRUM pretende ainda ser um balão de ensaio. Durante a mostra serão convidados artistas para realizar suas releituras pessoais de “The Rejalma”. A produção resultante será apresentada no próximo ano, e com este gesto pretende-se contribuir no desafio de atualizar a marinha como gênero artístico para a sensibilidade e as técnicas contemporâneas.

ILDEU MOREIRA (Belo Horizonte, 1920 - 1999) - "Marinha" - sem data - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA RUBEN BERTA - foto: F.Zago-StudioZ

ILDEU MOREIRA (Belo Horizonte, 1920 – 1999) – “Marinha” – sem data – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA RUBEN BERTA – foto: F.Zago-StudioZ

MARE NOSTRUM – “The Rejalma” e a arte das marinhas

Pinacoteca Ruben Berta – Rua Duque de Caxias, 973 Centro Histórico – Porto Alegre – Rio Grande do Sul de 8 de agosto a 12 ago 2016 | seg a sex, das 10h às 18hacervo@smc.prefpoa.com.br / [55] (51) 3289-8292

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O Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli apresenta a exposição “Animais” com abertura nas Salas Negras do MARGS, no dia 7 de abril, quinta-feira, às 19h.

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A exposição pode ser visitada de 8 de abril a 8 de maio, de terças a domingos, das 10h às 19h, com entrada gratuita, no MARGS. Visitas mediadas podem ser agendadas pelo e-mail educativo@margs.rs.gov.br. A entrada é franca.

A mostra traz esculturas dos artistas Homero Lima, Paulo Chimendes, Paulo Olszewski e Raul Cassou com esculturas feitas em grupo, cujo tema é os animais da fauna brasileira.

A série de esculturas de animais foi construída em tamanho natural, utilizando-se de aço, cobre e solda, representando espécies significativas da fauna ameaçadas, ou em extinção.

Arte, homenagem e alerta — a mostra sintetiza a criação solidária de um grupo que vem atuando nas últimas décadas em diversos projetos, exposições e instalações com proposição similar.

O projeto tem como diferencial o fato de ser criado “a oito mãos”. Os quatro artistas trabalharam coletivamente em cada escultura, criando cada animal com linhas e fios tecendo o espaço, onde as curvas necessárias para composição foram tantas que se tornaram orgânicas ou poucas que se tornaram invisíveis em um ciclo infinito: linha, forma, movimento e expressão.

A artista Maria Tomaselli explica que “…. nos animais da Mata sentimos o nascer e morrer, o fluir do sangue, o perigo que eles correm. São figuras transparentes, fortes e delicadas ao mesmo tempo, brilhantes e de um olhar agudo, cheio de vida, são permeáveis, olha-se para elas e através delas para os rios e as matas, para o que sobrou delas, como se espíritos fossem. As esculturas nos chamam a refletir sobre esta vida selvagem, rica, mas em vias de desaparecimento. Mata-se na mata. Mata-se no pampa gaúcho. ”

Arautos da natureza

Quatro artistas, quatro amigos, quatro humanos, animais. Há vinte anos chamaram muitos outros amigos para construir um cavalo de taquara, imenso, a intenção era fazer arte, mas tinha que ser o bicho na sua imponência natural. Aquilo foi uma ferveção: entre churrascos, festas e cervejas, criaram um cavalo, trançaram as taquaras como um croché. Desbravaram este material, tão flexível e ladino, adquiriram know-how à unha. Eu lembro de atravessar o Guaíba acompanhando uma procissão de amigos até a Ilha da Pintada. Lá, deixaram o cavalo in habitat.

Hoje, estes amigos me surpreendem, retomam as tranças, agora como arames de ferro e cobre, com tampinhas de garrafas, com pequenas placas e solda… dificultaram o croché.

Novamente, aposto que aprenderam a técnica do zero, ou melhor, de suas vivências artísticas, das experiências que tiveram e frutificaram para nos apresentar animais do Pampa gaúcho como arte e como símbolo. A arte que nos apresentam eleva o animal, o objeto retratado e todos nós, cultuadores da arte, seres essencialmente urbanos, chocados com as tragédias ambientais que o homem teima em produzir.

Os Animais do Pampa estão aí, uma arte antifósseis, uma arte-povera, a arte engajada, a arte do amor às raízes, à terra e aos bichos que nelas se equilibram. É também a arte do aviso, do resgate, do vamos nos unir e reagir, a arte da lembrança do pan. É uma arte de tranças, de curvas, nós e soldas que estruturam e moldam, dialogam com os artistas, conosco e nossa transcendência. Eles nos avisam que somos seres no meio.

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Fonte: MARGS

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