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Archive for the ‘Regiões Museológicas’ Category

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O COREM 3ª Região promoverá palestra sobre “Certificação de Responsabilidade Técnica”, no dia 10 de novembro de 2016, às 18h30min, no Auditório II da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS. A palestra será proferida pela Vice-presidente do COFEM, Inga Veitenheimer Mendes.
Demais informações:  
Conselho Regional de Museologia 3ª Região

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A Cinemateca Capitólio estará promovendo nos próximos dias o Curso de Gestão de Acervos Audiovisuais que será ministrado pela Professora Fernanda Coelho especialista em Conservação de Acervos Audiovisuais.

Workshops do CEN 2016: inscrições abertas para cursos inéditos em Porto Alegre

1. GESTÃO DE ACERVOS AUDIOVISUAIS, com Fernanda Coelho
de 03 a 05 de Novembro das 14h às 21h, na Cinemateca Capitólio
(dia 03 até às 18h)
20 vagas * Investimento: R$ 200

Curso viabilizado em parceria com o Programa de Alfabetização Audiovisual e a Coordenação de Cinema,
Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura – Prefeitura de Porto Alegre.

Mais informações e inscrições aqui

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQylZ-Fr6zaK7IChG6AelkOvDzgrjUV9KUzBNO8fpIDFUHdg/viewform?c=0&w=1

Participe!

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MARE NOSTRUM, convite digital

Embora a prática de fixar imagens do mar e outros cursos d’água em pedras, cerâmicas, telas e outros suportes, seja conhecida desde a Antiguidade, foi há quatro séculos em que se estabeleceram os cânones das marinhas como gênero artístico. A cena marítima, ou simplesmente marinha, se destaca marcadamente na pintura na Holanda do século XVII, quando alguns artistas desenvolvem-na com tal excelência que suas obras são consideradas até hoje documentos históricos da expansão naval daquele país. Assim pode ser compreendido o óleo sobre tela intitulado “The Rejalma”, pintado por Jeronimus Van Diest em 1673, pertencente ao acervo da Pinacoteca Ruben Berta.

RB 042: JERONIMUS VAN DIEST (Holanda, 1631 - 1673) - "The Rejalma" - 1673 - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA RUBEN BERTA - foto: F.Zago-StudioZ

JERONIMUS VAN DIEST (Holanda, 1631 – 1673) – “The Rejalma” – 1673 – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA RUBEN BERTA – foto: F.Zago-StudioZ

A partir desta “tela-conceito” a exposição MARE NOSTRUM busca estabelecer um diálogo, com outras 32 obras do acervo da Prefeitura de Porto Alegre, que representam marinhas datadas de fins do século XIX aos inícios do século XX, mostrando diversas facetas do tradicional gênero. Assim, uma grande mudança pode ser percebida em obras que espelham o espírito romântico que no século XIX enfeitiçava o mundo ocidental. Partidários do espírito daquele tempo, diversos artistas passaram a buscar a dramaticidade no turbilhão da natureza e na força dos seus movimentos indômitos e sublimes. Mais adiante as marinhas readquirem uma posição de relevo na criação de pinturas produzidas sob o impacto do Impressionismo que trouxe novos experimentos técnicos sobre os efeitos da luz e da diversidade de cores. Os desdobramentos desta abordagem – que às vezes resulta em pinceladas violentas e outras em quase abstração – perpassam diversas obras criadas no século XX.

ANGELO GUIDO (Itália,1893 – Pelotas, 1969) - "Marinha - Ilha Porchat" - sem data - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA ALDO LOCATELLI - foto: Leopoldo Plentz

ANGELO GUIDO (Itália,1893 – Pelotas, 1969) – “Marinha – Ilha Porchat” – sem data – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA ALDO LOCATELLI – foto: Leopoldo Plentz

A exposição MARE NOSTRUM, não deriva de uma conceituação rígida de marinhas. De modo que contempla quadros que nem sempre trazem o mar como personagem único ou principal. Divide, por vezes, o campo da tela com montanhas, praias e com o próprio homem. Para além das representações do mar, estão incluídas também paisagens de lagos, rios e riachos. Porém, inquestionavelmente, as águas são a referência mágica que determinam a composição, conferindo o tom predominante. MARE NOSTRUM pretende ainda ser um balão de ensaio. Durante a mostra serão convidados artistas para realizar suas releituras pessoais de “The Rejalma”. A produção resultante será apresentada no próximo ano, e com este gesto pretende-se contribuir no desafio de atualizar a marinha como gênero artístico para a sensibilidade e as técnicas contemporâneas.

ILDEU MOREIRA (Belo Horizonte, 1920 - 1999) - "Marinha" - sem data - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA RUBEN BERTA - foto: F.Zago-StudioZ

ILDEU MOREIRA (Belo Horizonte, 1920 – 1999) – “Marinha” – sem data – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA RUBEN BERTA – foto: F.Zago-StudioZ

MARE NOSTRUM – “The Rejalma” e a arte das marinhas

Pinacoteca Ruben Berta – Rua Duque de Caxias, 973 Centro Histórico – Porto Alegre – Rio Grande do Sul de 8 de agosto a 12 ago 2016 | seg a sex, das 10h às 18hacervo@smc.prefpoa.com.br / [55] (51) 3289-8292

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As recentes doações de obras de arte de Jones Bergamin, marchand gaúcho que reside no Rio de Janeiro, para a Pinacoteca Aldo Locatelli, serão expostas a partir do dia 23 de junho no Paço dos Açorianos, sede da Prefeitura de Porto Alegre.

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Intitulada “Scliar – Ouro Preto”, a mostra com curadoria de Renato Rosa, propiciará ao público vislumbrar um políptico, composto por dez pinturas datadas de 1973 que retratam a cidade mineira de Ouro Preto, famosa por sua arquitetura colonial. Também integram a exposição um álbum de serigrafias, produzidas por Carlos Scliar no final da sua vida, e que traz uma série de representações de motivos florais, além de gravuras e desenhos assinados pelo artista que já pertenciam ao acervo da Pinacoteca Aldo Locatelli.
O gaúcho Carlos Scliar (Santa Maria, 1920 – Rio de Janeiro, 2001) foi um dos mais ardorosos defensores do modernismo no Brasil, ciente do papel social da arte e que soube com maestria surpreender com suas composições de formas e espaço, tanto nas pinturas, quanto nas gravuras e desenhos. A abertura da exposição, na quinta-feira, 23 de junho, contará com a presença de Elio Scliar, neto do artista.

Exposição SCLIAR – OURO PRETO
Sala Aldo Locatelli – Paço dos Açorianos
Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico – Porto Alegre
abertura: 23 jun 2016, quinta-feira, 18h30
visitação: até 5 ago | seg a sex, das 9h às 12h e das 13h30 às 17h30
acervo@smc.prefpoa.com.br / 3289-3735

JUSTIFICATIVA : A VIDA, A ARTE, por CARLOS SCLIAR (*)

Pinto porque gosto. Pintar é minha preocupação constante, inclusive quando não estou pintando. Todos os dias descubro algo. Gosto de mostrar meus quadros e me surpreendo permanentemente com a reação das pessoas. Pinto porque gosto e quero me comunicar. O pintor é um homem dentro do mundo, com suas responsabilidades acrescidas pela possibilidade especial de comunicação e atuação. É pela pintura que o pintor melhor se entende com o público e, se não for o caso, que faça outra coisa. Cada um diz o que sabe, como pode. Diariamente, podemos aprender a melhor e a mais profundamente transmitir nossa visão das coisas. Acho que não há forças capazes de impedir que a humanidade avance na conquista de uma vida mais digna e bela para todos. Tento, através dos meus quadros, transmitir minha confiança no homem e na sua luta, mostrando que a vida é bela e merece ser conquistada. Cada um diz o que sabe e como pode. Todos os dias conhecemos melhor o que nos rodeia. Não perder o fio da meada é fundamental. O fio começa conosco, pintores, quando nascemos, e tomamos consciência naquele instante em que percebemos que será através de um traço, das cores e das formas que poderemos dizer algo que resuma nosso amor à vida…. Não gosto de falar sozinho. Considero-me um homem rico da experiência de todos os homens, de todos os tempos. Se puder transmitir esse calor não será inútil minha presença. Transformo minhas estadas em Ouro Preto e Cabo Frio em laboratórios de liberdade… Gostaria de me comunicar com todo o mundo. Utilizo todos os meios para por meus quadros em contato com o público: exposições, reproduções, televisão, cinema, tudo o que permite sentir esse calor que destrói o isolamento. Tento renovar, aclarar minha expressão. Utilizo tudo que ajude essa minha sede de melhor e mais profunda expressão, mas é condição que me corresponda… O homem não é um ser passivo, a inércia não leva senão a uma repetição mecânica… Acredito no trabalho constante, na liberdade que nasce do conhecimento, no respeito ao homem e na sua luta positiva. O artista pode ser um instante poético, lúcido e estimulante de amor ao homem.

(*) in “SCLIAR O Real em Reflexo e Transfiguração”, de Roberto Pontual, Editora Civilização Brasileira, 1970.

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Porto Alegre recebe no dia 21 de maio a Noite dos Museus. O evento promove um circuito de visitação a oito museus da capital em horário especial, das 19h à meia-noite, em uma experiência que contempla arte e mobilidade urbana. O projeto tem o patrocínio da Telefônica Vivo por meio da plataforma Vivo Transforma e conta com a curadoria do historiador e arqueólogo Francisco Marshall (UFRGS). Foram selecionados o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Museu de Arte Contemporânea (MACRS), Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, Museu da UFRGS, Memorial do Rio Grande do Sul, Planetário, Pinacoteca Ruben Berta e Fundação Iberê Camargo. A entrada é gratuita.

Além de estarem abertos com as exposições de acervo e temporárias, os espaços terão uma programação musical especialmente selecionada por Marshall com estilos que harmonizam com a linguagem de cada local. O MARGS, por exemplo, receberá música de câmara com atrações como o Quinteto Porto Alegre, formado por instrumentistas do naipe de metais da OSPA, enquanto o Planetário terá conjuntos musicais, que remetem a constelações, como o grupo Marmota Jazz.

Os músicos farão pocket shows no interior dos museus e circularão pela capital se apresentando em mais de um local, trazendo uma experiência disruptiva com o comum para a cidade. Também participam do projeto os violinistas Camilo da Rosa Simões e Brigitta Calloni, o violonista Maurício Marques, os fagotistas Fábio Mentz e Adolfo Almeida, o músico pop experimental Yanto Laitano, o flautista Leonardo Winter, o pianista e compositor Dimitri Cervo ao lado da soprano Andiara Mumbach, o pianista Renato Borba, o guitarrista Nicola Spolidoro, o grupo Irish Fellas,Elias Barboza Quinteto, além do cravo Fernando Cordella com a soprano Cíntia de Los Santos.

A relação do projeto com a música e a inclusão cultural foi o que motivou a Telefônica Vivo a apoiar o projeto. “A Vivo acredita no poder da conexão para transformar a vida das pessoas. Por isso, investe em projetos como o Noite dos Museus, que promove a democratização do acesso à cultura e o envolvimento da comunidade em uma agenda diferenciada e de acesso gratuito” revela a diretora de Gestão Responsável e Sustentável da Telefônica Vivo, Heloísa Genish.

As visitações contam com apoio de monitores do Curso de Museologia da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico), coordenados pela Profa. Dra. Lizete Dias de Oliveira, em um projeto de extensão da UFRGS. A iniciativa ainda pretende integrar as experiências da cidade, trazendo oportunidades de que o público conheça novos meios de se deslocar à noite. Serão indicadas diversas opções de circulação pela capital que incluem caminhos de ciclovia para percorrer de bicicleta, trajetos a pé e linhas de ônibus.

Realizado pela primeira vez no Brasil pela produtora Rompecabezas, a Noite dos Museus é inspirada no já tradicional evento europeu Lange Nacht Der Museen (A Longa Noite dos Museus), que existe há 19 anos em Berlim, na Alemanha. A iniciativa tem como objetivo incentivar a visitação de museus da Capital, atraindo novos públicos, e mostrando à população que conhecer um espaço de memória está longe de representar uma visita a um local estático, responsável apenas por conservar relíquias. É uma verdadeira festa dos museus na cidade!

Com esta proposta, crianças, jovens e adultos poderão percorrer as diferentes salas de exposições, apreciar suas coleções, assistir a visitas guiadas, além de desfrutar gratuitamente de diferentes apresentações musicais. “Os museus educam por associações múltiplas, despertando intuições, evocativamente, misturando lembranças imprecisas com fortes impressões. São espaços que refletem as subjetividades de uma cidade e de uma história pluricultural múltipla”, reflete Rodrigo Nascimento, diretor da Rompecabezas.

VIVO TRANSFORMA
O projeto Noite dos Museus integra a plataforma Vivo Transforma, criada pela empresa em 2015 para promover a democratização do acesso à cultura e o envolvimento das comunidades em iniciativas voltadas essencialmente à música. Em 2016, serão mais de 90 projetos apoiados por meio das leis de incentivo fiscal, em diferentes regiões do país, com foco em transformação social, revelação de novos talentos e valorização da cultura nacional. Somente no Rio Grande do Sul, um dos principais estados contemplados, a Telefônica Vivo prevê aplicar mais de 5 milhões de reais em pelo menos dez projetos e beneficiar milhares de pessoas, entre artistas e público participante.

ROMPECABEZAS
A Rompecabezas é uma empresa focada em live entertainment e branded content responsável pela criação, produção e realização de eventos que proporcionam experiências diferenciadas e que conectam pessoas, em que a música destaca-se como a sua principal plataforma. Com mais de sete anos de atuação, a Rompecabezas é responsável também pela produção de grandes artistas e companhias internacionais, a exemplo de Fuerza Bruta, Julieta Venegas, Carla Bruni, Fito Paez, Café de los Maestros, dentre outros.

NOITE DOS MUSEUS #1
Sábado, dia 21 de maio de 2016, das 19hs à meia noite
Circuito de visititação de museus de Porto Alegre em horários diferenciados.
Classificação etária: Livre
Realização: RompeCabezas Entretenimento Produtora
Patrocínio: Vivo
Financiamento: Pró-Cultura RS – Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Apoio institucional: Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Casa de Cultura Mario Quintana

Evento: http://bitly.com/NoitedosMuseus_POA
Facebook: Noite dos Museus
Site: www.noitedosmuseus.com.br

Informações e dúvidas pelo telefone (51) 3398 4175 ou pelo email contato@rompecabezas.com.br

LOCAIS
>>> Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS
Praça da Alfândega – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
>>> Memorial do Rio Grande do Sul
Praça da Alfândega – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
>>> Museu de Arte Contemporânea – MACRS
Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
>>> Pinacoteca Ruben Berta
Rua Duque de Caxias, 973 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
>>> Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo
Rua João Alfredo, 582 – Cidade Baixa – Porto Alegre/RS
>>> Museu da UFRGS
Av. Osvaldo Aranha, 277 – Bom Fim – Porto Alegre/RS
>>> Planetário
Av. Ipiranga, 2000 – Santana – Porto Alegre/RS
>>> Fundação Iberê Camargo
Av. Padre Cacique, 2000 – Cristal – Porto Alegre/RS

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO MUSICAL COMPLETA DO EVENTO
Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS – Música de câmara
– Quinteto Porto Alegre formado por grupo de metais da OSPA, de muito impacto
– Camilo da Rosa Simões e Brigitta Calloni com duo de violinos, virtuoses
– Maurício Marques, violonista virtuose interpretando música do Rio Grande do Sul

Museu de Arte Contemporânea – MACRS – Música contemporânea
– Fábio Mentz e Adolfo Almeida, fagotistas da OSPA, com improvisos pela área expositiva
– Yanto Laitano, músico pop com elementos de vanguarda musical
– Nicola Spolidoro, guitarrista

Pinacoteca Ruben Berta – Música para piano e voz, e piano solo
– Dimitri Cervo no piano e a soprano Andiara Mumbach
– Renato Borba, com piano brasileiro

Memorial do Rio Grande do Sul – Música étnica e nostálgica
– Quinteto Porto Alegre formado por grupo de metais da OSPA, de muito impacto
– Conjunto Irish Fellas, com música tradicional irlandesa em formato blue grass
– Elias Barboza Quinteto, fina flor do choro em Porto Alegre
– Marmota Jazz, conjunto de jazz instrumental

Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo – Choro, música de Porto Alegre e folclore
– Elias Barboza Quinteto, fina flor do choro em Porto Alegre
– Maurício Marques, violonista virtuose com repertório de milongas
– Conjunto Irish Fellas, com música tradicional irlandesa em formato blue grass

Planetário – Com conjuntos musicais, constelações
– Fernando Cordella (cravo) e Cíntia de Los Santos (soprano)
– Marmota Jazz, conjunto de jazz instrumental
– Nicola Spolidoro, guitarrista

Museu da UFRGS – Com músicos da UFRGS
– Leonardo Winter, com solo de flauta transversa
– Dimitri Cervo no piano e a soprano Andiara Mumbach
– Camilo da Rosa Simões e Brigitta Calloni com duo de violinos, virtuoses

Fundação Iberê Camargo – Música moderna e contemporânea
– Camilo da Rosa Simões e Brigitta Calloni com duo de violinos, virtuoses
– Leonardo Winter, com solo de flauta transversa
– Maurício Marques, violonista virtuose com obras de Villa-Lobos
– Fábio Mentz e Adolfo Almeida, fagotistas da OSPA, com improvisos pela área expositiva

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