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Termo de compromisso obriga entidade a realizar duas exposições sobre o tema após o cancelamento de atração com temática LGBT

 

A decisão surge após o MPF ter pedido a reabertura da exposição, o que não ocorreu

 

Após cancelar a mostra de temática LGBT Queermuseu em meio a críticas de movimentos conservadores como o MBL, o Santander terá de organizar duas exposições sobre diversidade para compensar o recuo. A determinação surge em um termo de compromisso assinado pelo presidente do Santander Cultural, Marcos Madureira, e o Ministério Público Federal no Rio Grande do Sul em 20 de dezembro de 2017.

A decisão surge após o MPF ter pedido a reabertura da exposição, o que não ocorreu. Embora não haja lei ou norma que imponha a volta da atração artística, como lembra o procurador Enrico Rodrigues de Freitas, o presidente do Santander Cultural aceitou assinar o termo de compromisso. Caso o braço cultural do banco não atende as exigências, a multa é de 800 mil reais.

O acordo exige que o Santander Cultural banque os custos ou capte recursos para a realização de duas novas exposições sobre diversidade, em proporções similares à da Queermuseu.

O termo estabelece que a primeira exposição tratará da temática da intolerância, dividida em quatro eixos: gênero e orientação sexual, étnicas e de raça, liberdade de expressão e outras formas de intolerância através dos tempos. A segunda abordará obrigatoriamente o tema do empoderamento das mulheres na sociedade contemporânea, incluindo questões culturais, étnicas e de raça, de orientação sexual e de gênero, entre outras.

O procurador exige que, assim como já ocorreu na Queermuseu, o Santander Cultural adote medidas para informar os frequentadores das exposições de eventuais representações de nudez, violência ou sexo, com vistas “a assegurar a proteção à infância e juventude”.

No termo, o procurador argumenta que as obras responsáveis por causar revolta nas redes sociais “não têm nenhuma apologia ou incentivo à pedofilia”. Freitas lembra ainda que não existe legislação que exija a classificação etária para mostras iconográficas, e defendeu o princípio da liberdade de expressão.

Responsável pela curadoria da Queermuseu, Gaudêncio Fidélis depôs recentemente na CPI dos Maus Tratos, comandada pelo senador Magno Malta (PR-ES). O curador foi inclusive alvo de um pedido de condução coercitiva por parte da comissão, mas aceitou prestar esclarecimentos espontaneamente. Na ocasião, ele teve de rebater até notícias falsas trazidas pelos parlamentares. Uma das supostas denúncias recebidas pela CPI afirmava erroneamente que a mostra cancelada pelo banco Santander abrigava uma obra para crianças “transitarem entre gêneros”.

Leia a Íntegra do Termo de Compromisso Consensual

Fonte: Carta Capital

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Sobre o pintor, desenhista, gravador e arquiteto Carlos Mancuso, pode-se dizer que sua relação com a técnica da aquarela é quase uma simbiose: “senti na aquarela a alegria da espontaneidade, a leveza da linguagem, a rapidez da execução, a ela se liga muito meu temperamento, com essa possibilidade de transparência e luminosidade”. Mancuso nasceu em Porto Alegre em 1930 e na mesma cidade faleceu em 2010. Foi aluno de João Faria Viana e como artista recebeu várias premiações ao longo da carreira.

 Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 30 x 40 cm, coleção Heitor Bergamini, foto Clóvis Dariano.

Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 30 x 40 cm, coleção Heitor Bergamini, foto Clóvis Dariano.

No ofício de arquiteto, Carlos Mancuso chefiou a equipe de restauração do Theatro São Pedro e atuou nas restaurações do Solar dos Câmara e do Solar Lopo Gonçalves. Era profundo conhecedor do Barroco chegando a escrever um livro sobre o tema em 1972. Mesmo no exercício profissional de sua atividade de arquiteto utilizava a aquarela para executar esboços e projetos. Mostrou também um grande talento para o magistério, sendo professor por muitos anos das disciplinas de estética e de história da arte no Instituto de Artes e na Faculdade de Arquitetura da UFRGS.

Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 34 x 44,5 cm, coleção Heitor Bergamini, foto Clóvis Dariano.

A exposição que abrirá na Pinacoteca Aldo Locatelli no dia 20 de dezembro, sob curadoria da professora Blanca Brites, contará com 33 aquarelas de Carlos Mancuso, distribuídas em duas temáticas: paisagens e natureza mortas. Todas as obras são oriundas dos acervos do colecionador Heitor Bergamini, da família Mancuso, de Alfredo Nicolaiewsky e da Pinacoteca Barão de Santo Ângelo da UFRGS. A realização da mostra é da Coordenação de Artes Plásticas da Secretaria da Cultura de Porto Alegre e, assim como as exposições “A Escrita Se Fez Imagem – Simões Lopes Neto Ilustrado por Nelson Boeira Fraedrich”, “A Voz das Cores – Aquarelas de José Lutzenberger” e “Um Vôo Livre – aquarelas de Norberto Stori”, foi pensada com o intuito de destacar artistas que obtiveram êxito em suas pinturas sobre o papel.

 Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 35 x 49,5 cm, coleção Ricardo Mancuso, foto Clóvis Dariano.

Carlos Mancuso, sem título, aquarela, sem data, 35 x 49,5 cm, coleção Ricardo Mancuso, foto Clóvis Dariano.

 

SENSÍVEL LEVEZA – Carlos Mancuso

Pinacoteca Aldo Locatelli – Paço dos Açorianos

Praça Montevidéu, 10 – Centro Histórico – Porto Alegre

abertura: 20 de dezembro, terça-feira, 19h

visitação: até 27 de janeiro de 2017

segunda a sexta, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h

acervo@smc.prefpoa.com.br / [55] (51) 3289 3735

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Nachlass Leonore Mau. S. Fischer

Nachlass Leonore Mau. S. Fischer

 

Exposição de Fotografias
A Casa de Leonore Mau
Curadoria: Alexandre Santos

Abertura: 17 de novembro de 2016, 19h, no Goethe-Institut Porto Alegre (Rua 24 de Outubro, 112),
com palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen (Alemanha)

Realização: Goethe-Institut Porto Alegre, Fundação S. Fischer, Programa de Pós-Graduação do Instituto de Artes da UFRGS

No âmbito do projeto regional “Hubert Fichte – Liebe und Ethnologie” (Amor e Etnologia), que conta com a participação de vários Institutos do Brasil, Chile, USA, Portugal, Senegal e Alemanha , o Goethe-Institut Porto Alegre abordará o universo feminino da “Lebensreise” (Viagem da Vida) de Hubert Fichte e Leonore Mau. Entre as décadas de 1960 e 1980, o casal viajou várias vezes pela América do Sul e se ocupou com as questões da estética da produção literária e fotográfica. A exposição de fotografias de Leonore Mau, que abrirá no dia 17 de novembro de 2016 na Galeria do Goethe-Institut com uma palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen, comprova que os trabalhos de Mau não eram simplesmente imagens ilustrativas para a obra literária de Fichte, mas tinham sua própria autonomia e qualidade estética.

A exposição traz fotografias realizadas por Leonore Mau durante suas viagens ao Brasil para realizar projetos em parceria com Hubert Fichte. Trata-se de imagens ainda não vistas em Porto Alegre, versando sobre diferentes temas como a infância, as cerimônias religiosas afro-brasileiras, o carnaval, a vida nas favelas, as praias, as ruas e os lares de diferentes extratos sociais do país.

O curador, Alexandre Santos, professor de história da arte e pesquisador da fotografia do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a convite do Goethe-Institut Porto Alegre viajou a Hamburgo, Alemanha, para selecionar fotografias de Leonore Mau que estão no acervo da Fundação S. Fischer.
A cineasta e fotógrafa Nathalie David que trabalhou por 20 anos com Leonore Mau e em 2005, por solicitação da Fundação S. Fischer, produziu o documentário “Diese Photographin heißt Leonore Mau” (Essa Fotógrafa se chama Leonore Mau), estará na finissage da exposição, em março de 2017 para apresentar o seu documentário e participar de uma mesa redonda com o curador da exposição.

Serviço:

Exposição “A Casa de Leonore Mau”
Galeria do Goethe-Institut Porto Alegre (24 de outubro,112)
Palestra e coquetel de abertura: 17 de novembro de 2016, 19h, no Goethe-Institut Porto Alegre, com palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen (Alemanha) 20h: Coquetel
Visitação: de segunda a sexta | das 10h às 19h30
Sábados: das 9h às 12h30
Domingos e feriados não há visitação
Entrada franca

 

Fonte: Guia21.sul21

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Mesmo para quem conhece a trajetória de Carlos Pasquetti, visitar a sua exposição em cartaz na Pinacoteca Ruben Berta que está aberta desde o 20 de maio, mostra como mais do que interessados em arte, estes visitantes são pessoas que ainda não cansaram de se surpreender. Nascido em Bento Gonçalves, em 1948, Pasquetti pode ser definido como multiartista, que se destaca desde os anos 70 como professor, desenhista, pintor e cenógrafo. Foi um dos fundadores, neste período, do grupo Nervo Óptico de capital importância para os fundamentos da arte contemporânea gaúcha. Autor de um trabalho consagrado ao longo dos anos, o artista continua fazendo da inquietude a plataforma para um trabalho instigante. Nesta exibição, especialmente concebida para a Pinacoteca, o criador apresenta uma série de ensaios visuais mesclados com a apresentação de um filme originalmente desenvolvido em Super 8 na década de 1970 e posteriormente migrado para o formato digital. Por estes atributos, Doralice Collection +5!! é uma mostra da capacidade inventiva de Pasquetti, devidamente ancorada nas raízes de sua geração.

 

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Depoimento de Carlos Pasquetti: “Especialmente desenhada para a Pinacoteca Ruben Berta, DORALICE COLLECTION +5!! é composta por pequenos (e outros nem tão grandes!!!) exercícios visuais, mentais e aleatórios, numa certa ginástica  apenas  do  olhar!!  As peças ‘relaxam’ ao ficarem paradas no temporário de uma exposição nas salas e saletas da Pinacoteca! Fazem parte desta coleção uma película Super 8, filmada originalmente entre 1969 e 71 e agora digitalizada. ‘Sem Título 2’ integra um conjunto de filmes 8mm e super 8mm bem sacudidos daquele período!!! Um já ‘vintage film’! Também estão presentes na mostra trabalhos recentes como as ‘bolaroidis’ ‘Porra Cara!!’, as ‘falsas polaróides’ contando alguma estória qualquer, 365 atos quaisquer sempre,  Linha Westfalen ‘LW’, ‘38’ amostragem etc…, e,.. como  não poderia faltar, um pequeno ‘Desenho Ostentação’.”

 

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ficha técnica da exposição

montagem e design: Nelson Azevedo

assistente do artista: Alexandre Copês

fotografia das obras “Porra Cara!”: Clovis Dariano

costuras by Tania

 

 

“Doralice Collection + 5!!” de CARLOS PASQUETTI

Pinacoteca Ruben Berta – Rua Duque de Caxias, 973 – Porto Alegreabertura: 20 de maio de 2016, sexta-feira, às 19hvisitação: 23 mai a 24 jun | seg a sex, das 10h às 18hacervo@smc.prefpoa.com.br / 3289-8292

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Grupos podem agendar visita – Foto: Gustavo Diehl/UFRGS

Segue até dia 29 de maio, no Museu da UFRGS, a exposição Coleções de Saberes: trajetórias de conhecimentos na UFRGS, que exibe ao público parte do patrimônio cultural produzido e preservado pela instituição. Até o fim de fevereiro, durante o horário de verão da Universidade, a mostra pode ser visitada às segundas-feiras, das 14 às 18h, às terças-feiras, quartas-feiras e quintas-feiras, das 9h às 18h, e às sextas-feiras, das 9h às 13h. A entrada é franca.

A exposição, que integra as comemorações dos 80 anos da UFRGS, convida a comunidade a conhecer alguns dos locais de pesquisa e de formação de ideias. As peças que compõem o acervo são provenientes dos diversos espaços que integram a Rede de Museus e Acervos Museológicos. São instrumentos, obras de arte, artefatos arqueológicos, fósseis, publicações, rochas e minerais, acervos de ensino e muitos outros elementos, que proporcionam ao visitante uma visão multidisciplinar da história da Universidade e do conhecimento científico e empírico que é fruto dela.

Grupos podem marcar visitas a partir do preenchimento do formulário de agendamento. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail museu@museu.ufrgs.br ou pelo telefone 51 3308.3562.

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Exposição reúne 60 imagens de renomados profissionais gaúchos

Foto de Camila Domingues está entre as selecionadas da mostra | Foto: Camila Domingues / Divulgação / CP

Foto de Camila Domingues está entre as selecionadas da mostra | Foto: Camila Domingues / Divulgação / CP

Chega a Porto Alegre a segunda edição da Mostra do Núcleo de Jornalistas de Imagem do RS, com abertura nesta segunda-feira, às 19h30min, no Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa (Andradas, 959). A coletiva, realizada pelo Núcleo dos Jornalistas de Imagem do RS, do Sindicato dos Jornalistas do RS, conta com 60 fotografias e ilustrações de fotojornalistas fotógrafos e ilustradores gaúchos. Entre eles, Camila Domingues, Mauro Schaefer, Eduardo Seidl, Bebeto Alves, Cristiano Sant’Anna e Marcelo Bertani.

A mostra já esteve em Melo, no Uruguai, e percorreu cidades do interior do Estado. A visitação pode ser feita de terças a sábados, das 9h às 18h.

Fonte: Correio do Povo

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