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Porto Alegre recebe no dia 21 de maio a Noite dos Museus. O evento promove um circuito de visitação a oito museus da capital em horário especial, das 19h à meia-noite, em uma experiência que contempla arte e mobilidade urbana. O projeto tem o patrocínio da Telefônica Vivo por meio da plataforma Vivo Transforma e conta com a curadoria do historiador e arqueólogo Francisco Marshall (UFRGS). Foram selecionados o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS), Museu de Arte Contemporânea (MACRS), Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo, Museu da UFRGS, Memorial do Rio Grande do Sul, Planetário, Pinacoteca Ruben Berta e Fundação Iberê Camargo. A entrada é gratuita.

Além de estarem abertos com as exposições de acervo e temporárias, os espaços terão uma programação musical especialmente selecionada por Marshall com estilos que harmonizam com a linguagem de cada local. O MARGS, por exemplo, receberá música de câmara com atrações como o Quinteto Porto Alegre, formado por instrumentistas do naipe de metais da OSPA, enquanto o Planetário terá conjuntos musicais, que remetem a constelações, como o grupo Marmota Jazz.

Os músicos farão pocket shows no interior dos museus e circularão pela capital se apresentando em mais de um local, trazendo uma experiência disruptiva com o comum para a cidade. Também participam do projeto os violinistas Camilo da Rosa Simões e Brigitta Calloni, o violonista Maurício Marques, os fagotistas Fábio Mentz e Adolfo Almeida, o músico pop experimental Yanto Laitano, o flautista Leonardo Winter, o pianista e compositor Dimitri Cervo ao lado da soprano Andiara Mumbach, o pianista Renato Borba, o guitarrista Nicola Spolidoro, o grupo Irish Fellas,Elias Barboza Quinteto, além do cravo Fernando Cordella com a soprano Cíntia de Los Santos.

A relação do projeto com a música e a inclusão cultural foi o que motivou a Telefônica Vivo a apoiar o projeto. “A Vivo acredita no poder da conexão para transformar a vida das pessoas. Por isso, investe em projetos como o Noite dos Museus, que promove a democratização do acesso à cultura e o envolvimento da comunidade em uma agenda diferenciada e de acesso gratuito” revela a diretora de Gestão Responsável e Sustentável da Telefônica Vivo, Heloísa Genish.

As visitações contam com apoio de monitores do Curso de Museologia da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação (Fabico), coordenados pela Profa. Dra. Lizete Dias de Oliveira, em um projeto de extensão da UFRGS. A iniciativa ainda pretende integrar as experiências da cidade, trazendo oportunidades de que o público conheça novos meios de se deslocar à noite. Serão indicadas diversas opções de circulação pela capital que incluem caminhos de ciclovia para percorrer de bicicleta, trajetos a pé e linhas de ônibus.

Realizado pela primeira vez no Brasil pela produtora Rompecabezas, a Noite dos Museus é inspirada no já tradicional evento europeu Lange Nacht Der Museen (A Longa Noite dos Museus), que existe há 19 anos em Berlim, na Alemanha. A iniciativa tem como objetivo incentivar a visitação de museus da Capital, atraindo novos públicos, e mostrando à população que conhecer um espaço de memória está longe de representar uma visita a um local estático, responsável apenas por conservar relíquias. É uma verdadeira festa dos museus na cidade!

Com esta proposta, crianças, jovens e adultos poderão percorrer as diferentes salas de exposições, apreciar suas coleções, assistir a visitas guiadas, além de desfrutar gratuitamente de diferentes apresentações musicais. “Os museus educam por associações múltiplas, despertando intuições, evocativamente, misturando lembranças imprecisas com fortes impressões. São espaços que refletem as subjetividades de uma cidade e de uma história pluricultural múltipla”, reflete Rodrigo Nascimento, diretor da Rompecabezas.

VIVO TRANSFORMA
O projeto Noite dos Museus integra a plataforma Vivo Transforma, criada pela empresa em 2015 para promover a democratização do acesso à cultura e o envolvimento das comunidades em iniciativas voltadas essencialmente à música. Em 2016, serão mais de 90 projetos apoiados por meio das leis de incentivo fiscal, em diferentes regiões do país, com foco em transformação social, revelação de novos talentos e valorização da cultura nacional. Somente no Rio Grande do Sul, um dos principais estados contemplados, a Telefônica Vivo prevê aplicar mais de 5 milhões de reais em pelo menos dez projetos e beneficiar milhares de pessoas, entre artistas e público participante.

ROMPECABEZAS
A Rompecabezas é uma empresa focada em live entertainment e branded content responsável pela criação, produção e realização de eventos que proporcionam experiências diferenciadas e que conectam pessoas, em que a música destaca-se como a sua principal plataforma. Com mais de sete anos de atuação, a Rompecabezas é responsável também pela produção de grandes artistas e companhias internacionais, a exemplo de Fuerza Bruta, Julieta Venegas, Carla Bruni, Fito Paez, Café de los Maestros, dentre outros.

NOITE DOS MUSEUS #1
Sábado, dia 21 de maio de 2016, das 19hs à meia noite
Circuito de visititação de museus de Porto Alegre em horários diferenciados.
Classificação etária: Livre
Realização: RompeCabezas Entretenimento Produtora
Patrocínio: Vivo
Financiamento: Pró-Cultura RS – Governo do Estado do Rio Grande do Sul
Apoio institucional: Prefeitura Municipal de Porto Alegre e Casa de Cultura Mario Quintana

Evento: http://bitly.com/NoitedosMuseus_POA
Facebook: Noite dos Museus
Site: www.noitedosmuseus.com.br

Informações e dúvidas pelo telefone (51) 3398 4175 ou pelo email contato@rompecabezas.com.br

LOCAIS
>>> Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS
Praça da Alfândega – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
>>> Memorial do Rio Grande do Sul
Praça da Alfândega – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
>>> Museu de Arte Contemporânea – MACRS
Rua dos Andradas, 736 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
>>> Pinacoteca Ruben Berta
Rua Duque de Caxias, 973 – Centro Histórico – Porto Alegre/RS
>>> Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo
Rua João Alfredo, 582 – Cidade Baixa – Porto Alegre/RS
>>> Museu da UFRGS
Av. Osvaldo Aranha, 277 – Bom Fim – Porto Alegre/RS
>>> Planetário
Av. Ipiranga, 2000 – Santana – Porto Alegre/RS
>>> Fundação Iberê Camargo
Av. Padre Cacique, 2000 – Cristal – Porto Alegre/RS

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO MUSICAL COMPLETA DO EVENTO
Museu de Arte do Rio Grande do Sul – MARGS – Música de câmara
– Quinteto Porto Alegre formado por grupo de metais da OSPA, de muito impacto
– Camilo da Rosa Simões e Brigitta Calloni com duo de violinos, virtuoses
– Maurício Marques, violonista virtuose interpretando música do Rio Grande do Sul

Museu de Arte Contemporânea – MACRS – Música contemporânea
– Fábio Mentz e Adolfo Almeida, fagotistas da OSPA, com improvisos pela área expositiva
– Yanto Laitano, músico pop com elementos de vanguarda musical
– Nicola Spolidoro, guitarrista

Pinacoteca Ruben Berta – Música para piano e voz, e piano solo
– Dimitri Cervo no piano e a soprano Andiara Mumbach
– Renato Borba, com piano brasileiro

Memorial do Rio Grande do Sul – Música étnica e nostálgica
– Quinteto Porto Alegre formado por grupo de metais da OSPA, de muito impacto
– Conjunto Irish Fellas, com música tradicional irlandesa em formato blue grass
– Elias Barboza Quinteto, fina flor do choro em Porto Alegre
– Marmota Jazz, conjunto de jazz instrumental

Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo – Choro, música de Porto Alegre e folclore
– Elias Barboza Quinteto, fina flor do choro em Porto Alegre
– Maurício Marques, violonista virtuose com repertório de milongas
– Conjunto Irish Fellas, com música tradicional irlandesa em formato blue grass

Planetário – Com conjuntos musicais, constelações
– Fernando Cordella (cravo) e Cíntia de Los Santos (soprano)
– Marmota Jazz, conjunto de jazz instrumental
– Nicola Spolidoro, guitarrista

Museu da UFRGS – Com músicos da UFRGS
– Leonardo Winter, com solo de flauta transversa
– Dimitri Cervo no piano e a soprano Andiara Mumbach
– Camilo da Rosa Simões e Brigitta Calloni com duo de violinos, virtuoses

Fundação Iberê Camargo – Música moderna e contemporânea
– Camilo da Rosa Simões e Brigitta Calloni com duo de violinos, virtuoses
– Leonardo Winter, com solo de flauta transversa
– Maurício Marques, violonista virtuose com obras de Villa-Lobos
– Fábio Mentz e Adolfo Almeida, fagotistas da OSPA, com improvisos pela área expositiva

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O Museu de Arte do Rio Grande do Sul Ado Malagoli apresenta a exposição “Animais” com abertura nas Salas Negras do MARGS, no dia 7 de abril, quinta-feira, às 19h.

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A exposição pode ser visitada de 8 de abril a 8 de maio, de terças a domingos, das 10h às 19h, com entrada gratuita, no MARGS. Visitas mediadas podem ser agendadas pelo e-mail educativo@margs.rs.gov.br. A entrada é franca.

A mostra traz esculturas dos artistas Homero Lima, Paulo Chimendes, Paulo Olszewski e Raul Cassou com esculturas feitas em grupo, cujo tema é os animais da fauna brasileira.

A série de esculturas de animais foi construída em tamanho natural, utilizando-se de aço, cobre e solda, representando espécies significativas da fauna ameaçadas, ou em extinção.

Arte, homenagem e alerta — a mostra sintetiza a criação solidária de um grupo que vem atuando nas últimas décadas em diversos projetos, exposições e instalações com proposição similar.

O projeto tem como diferencial o fato de ser criado “a oito mãos”. Os quatro artistas trabalharam coletivamente em cada escultura, criando cada animal com linhas e fios tecendo o espaço, onde as curvas necessárias para composição foram tantas que se tornaram orgânicas ou poucas que se tornaram invisíveis em um ciclo infinito: linha, forma, movimento e expressão.

A artista Maria Tomaselli explica que “…. nos animais da Mata sentimos o nascer e morrer, o fluir do sangue, o perigo que eles correm. São figuras transparentes, fortes e delicadas ao mesmo tempo, brilhantes e de um olhar agudo, cheio de vida, são permeáveis, olha-se para elas e através delas para os rios e as matas, para o que sobrou delas, como se espíritos fossem. As esculturas nos chamam a refletir sobre esta vida selvagem, rica, mas em vias de desaparecimento. Mata-se na mata. Mata-se no pampa gaúcho. ”

Arautos da natureza

Quatro artistas, quatro amigos, quatro humanos, animais. Há vinte anos chamaram muitos outros amigos para construir um cavalo de taquara, imenso, a intenção era fazer arte, mas tinha que ser o bicho na sua imponência natural. Aquilo foi uma ferveção: entre churrascos, festas e cervejas, criaram um cavalo, trançaram as taquaras como um croché. Desbravaram este material, tão flexível e ladino, adquiriram know-how à unha. Eu lembro de atravessar o Guaíba acompanhando uma procissão de amigos até a Ilha da Pintada. Lá, deixaram o cavalo in habitat.

Hoje, estes amigos me surpreendem, retomam as tranças, agora como arames de ferro e cobre, com tampinhas de garrafas, com pequenas placas e solda… dificultaram o croché.

Novamente, aposto que aprenderam a técnica do zero, ou melhor, de suas vivências artísticas, das experiências que tiveram e frutificaram para nos apresentar animais do Pampa gaúcho como arte e como símbolo. A arte que nos apresentam eleva o animal, o objeto retratado e todos nós, cultuadores da arte, seres essencialmente urbanos, chocados com as tragédias ambientais que o homem teima em produzir.

Os Animais do Pampa estão aí, uma arte antifósseis, uma arte-povera, a arte engajada, a arte do amor às raízes, à terra e aos bichos que nelas se equilibram. É também a arte do aviso, do resgate, do vamos nos unir e reagir, a arte da lembrança do pan. É uma arte de tranças, de curvas, nós e soldas que estruturam e moldam, dialogam com os artistas, conosco e nossa transcendência. Eles nos avisam que somos seres no meio.

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Fonte: MARGS

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O quadro O Gato Preto, de Ado Malagoli, integra a exposição | Foto: Ado Malagoli / Divulgação / CP

O quadro O Gato Preto, de Ado Malagoli, integra a exposição | Foto: Ado Malagoli / Divulgação / CP

Estreia neste sábado no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Pç. Da Alfândega, s/nº), em Porto Alegre, a exposição “Recortes do Acervo – Pintura”. A mostra inaugura às 10h e ficará instalada na Pinacoteca e na sala Aldo Locateli até o dia 29 de março, com visitação de terças a domingos, das 10h às 19h. A entrada é gratuita. Com curadoria coletiva da própria equipe do MARGS, a exposição reúne o trabalho de 95 artistas, nacionais e estrangeiros, integrantes do acervo do museu. Dentre as obras, que vão desde o final do século XIX até o período contemporâneo, destacam-se as telas acadêmicas “A Emigrante”, do italiano Napoleone Grady e “A Dama de Branco”, do brasileiro Arthur Timótheo da Costa. Ainda serão apresentadas quatro pinturas originais dos artistas Danúbio Gonçalves, Carlos Scliar, Glênio Bianchetti e Glauco Rodrigues, denominados “Os Quatro de Bagé”.

Fonte: Correio do Povo

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Convite Online - Gilda Vogt

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Mostra apresenta artistas da nova geração e fica em cartaz até setembro no Museu dos Direitos Humanos do Mercosul.

Foto: reprodução / Divulgação

Artistas da novíssima geração da arte do Rio Grande do Sul trabalhando livremente sobre diversas plataformas. Esse é o mote da exposição Futurama – Inovações da Juventude, que segue em cartaz no Museu dos Direitos Humanos do Mercosul, em Porto Alegre, até o dia 6 setembro. Ao todo, 23 artistas de dentro e de fora da academia produziram mais de 60 peças, entre vídeos, instalações fotográficas, fotografias, desenhos, pinturas e trabalhos com objetos. Segundo Ana Zavadil, curadora-chefe do Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Margs) e responsável pela mostra, a ideia foi reunir nomes que começaram a atuar recentemente no circuito artístico de Porto Alegre, mas sem uma orientação prévia: – A exposição não tem um tema específico. O eixo é uma jovem arte contemporânea. O nome do projeto foi inspirado no desenho animado Futurama, de Matt Groening (também criador dos Simpsons), que apresenta uma visão bem peculiar do que está por vir. Para Ana, os jovens artistas da mostra “são o futuro e, como eles estão em início de carreira, daqui a alguns anos serão o futuro da arte”. – O que estes artistas buscam é exibir os seus trabalhos em um lugar legitimador como o museu – pontua Ana. – Este, por sua vez, tem o papel de reescrever a história da arte periodicamente exibindo as jovens produções.

Fonte: ZH

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