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Depois de fechado para limpeza geral e obras o Museu de Ciências Naturais da UFRGS, abre as portas na sexta feira dia 06. Para reabertura, o MUCIN apresenta ao público sua nova exposição temporária “As Origens da Planície Costeira do Rio Grande do Sul”. Partindo de perguntas como: O que mudou daquele tempo para cá? O Planeta Terra sempre foi igual? O lugar onde vivemos sempre foi igual? O Museu procura apresentar algumas pistas e para saber mais sobre as respostas para essas perguntas convidamos a visitarem o Museu. Lembrando que em Janeiro e Fevereiro estamos abertos também aos domingos das 14:30 as 17:30.

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Nos meses de verão também temos oficinas no museu. São ofertadas sempre as sextas feiras. Confira a programação nas redes sociais e pelo site do Ceclimar.

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Projeto busca resgatar a memória da Escolinha e contará com seminário e fórum sobre ensino de Artes Visuais

Imagem do acervo da Escolinha – Divulgação

A partir de 5 de novembro, a Pinacoteca Barão de Santo Ângelo do Instituto de Artes recebe a exposição Memórias da Expressão, que exibe parte do acervo da extinta Escolinha de Artes da Associação de Ex-Alunos do Instituto de Artes da UFRGS (1960-2010)

Com o objetivo de resgatar a história da Escolinha e reacender o debate em torno de seu significado para o campo da Educação, a mostra será acompanhada do Seminário Escolinha de Arte em Debate e o Artestágios – V Fórum de Projetos de Ensino em Artes Visuais.

Memórias da Expressão trata-se de uma mostra parcial do acervo da Escolinha, hoje sob a guarda do Instituto de Artes. Será uma oportunidade para as novas gerações de docentes, os alunos e a comunidade em geral conhecerem os resultados de um movimento que rompeu com modos tradicionais e já obsoletos de educação artística, nos meados do século XX. A Escolinha de Arte da UFRGS, criada em 1960 pela iniciativa de professores e ex-alunos do Instituto de Artes, originou-se diretamente ligada ao Movimento das Escolinhas de Arte do Brasil, desencadeado pelas iniciativas do artista e professor Augusto Rodrigues no final dos anos de 1940, no Rio de Janeiro. Esse movimento, baseado na filosofia da livre expressão, transformou de modo contundente o ensino da arte no país. Dar visibilidade a um arquivo comumente excluído das grandes mostras, trazendo a público documentos referentes a uma prática educativa que não está desvinculada das rupturas estéticas do século XX, além de resgatar a história de um espaço que afetou a formação de todos que o frequentaram, incentiva a refletir sobre sua importância e pertinência nos dias atuais.

A mostra reunirá desenhos e pinturas dos alunos, documentário em DVD, documentos como fotografias, matérias de jornal, cartas, antigos convites, revistas e outros.

Como um dos eventos paralelos à mostra, dia 6/11, realiza-se o Seminário Escolinha de Arte em Debate, sob a coordenação do professor Celso Vitelli, com o objetivo de apresentar sua história, refletir sobre seus fundamentos e sua importância para os dias atuais. Foram convidados a participar desse evento diversos professores, pesquisadores e ex-alunos que falarão sobre suas experiências.

Nos últimos dias da exposição dias 30/11, 1 e 2/12, a professora Paola Zordan coordenará Artestágios – V Fórum de Projetos de Ensino em Artes Visuais, atividade em que os alunos do curso de Licenciatura em Artes Visuais apresentarão e debaterão sobre seus projetos de ensino e professores convidados farão palestras sobre o tema.

Mais informações pelo telefone 51 3308.4302.

Curadoria e organização:

Celso Vitelli, Maria Lúcia C. Varnieri, Marilice Corona e Paola Zordan

Abertura: 05 de novembro de 2015, às 19h.

Fonte: UFRGS

Visitação: 06/11 a 04/12, de seg. a sexta, das 10 às 18h.

Seminário Escolinha de Arte em Debate: 6/11.

Artestágios – V Fórum de Projetos de Ensino em Artes Visuais: 30/11, 1/12 e 2/12.

Local: Pinacoteca Barão de Santo Ângelo, Instituto de Artes da UFRGS  (Rua Senhor dos Passos, 248, 1º andar).

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Grupos podem agendar visita – Foto: Gustavo Diehl/UFRGS

Segue até dia 29 de maio, no Museu da UFRGS, a exposição Coleções de Saberes: trajetórias de conhecimentos na UFRGS, que exibe ao público parte do patrimônio cultural produzido e preservado pela instituição. Até o fim de fevereiro, durante o horário de verão da Universidade, a mostra pode ser visitada às segundas-feiras, das 14 às 18h, às terças-feiras, quartas-feiras e quintas-feiras, das 9h às 18h, e às sextas-feiras, das 9h às 13h. A entrada é franca.

A exposição, que integra as comemorações dos 80 anos da UFRGS, convida a comunidade a conhecer alguns dos locais de pesquisa e de formação de ideias. As peças que compõem o acervo são provenientes dos diversos espaços que integram a Rede de Museus e Acervos Museológicos. São instrumentos, obras de arte, artefatos arqueológicos, fósseis, publicações, rochas e minerais, acervos de ensino e muitos outros elementos, que proporcionam ao visitante uma visão multidisciplinar da história da Universidade e do conhecimento científico e empírico que é fruto dela.

Grupos podem marcar visitas a partir do preenchimento do formulário de agendamento. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail museu@museu.ufrgs.br ou pelo telefone 51 3308.3562.

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SEMINARIO

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A ACOR‐RS – Associação de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais do Rio Grande do Sul juntamente com seus parceiros – Secretaria Municipal de Cultura, Setor do Patrimônio Histórico e Museu da UFRGS, com o apoio da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS – apresenta o V CURSO DE PRESERVAÇÃO DE PATRIMÔNIO CULTURAL com o tema Gerenciamento de Riscos ao Patrimônio Cultural.

Eventos recentes, como o incêndio do Mercado Público de Porto Alegre e a inundação de um importante acervo da UFRGS, alertaram para a importância de ampliarmos as discussões acerca do gerenciamento dos riscos que afetam o nosso patrimônio cultural. A inquietação dos profissionais encarregados da sua preservação frente às incertezas quanto as vulnerabilidades e eventuais impactos a que estão sujeitos os mais variados elementos históricos, artísticos e culturais em nosso estado nos levaram a convidar especialistas da América Latina para partilharem conosco suas experiências nesta área.

 Palestras:

A metodologia de Gerenciamento de Riscos, novo paradigma para a Conservação de Patrimônio Cultural. Estudos de caso na Colômbia.

Mario Omar Fernandez – Colômbia – Consultor privado, consultor no desenvolvimento da Metodologia de Gerenciamento de Riscos ICCROM.CCI-RCE, professor da Universidad de los Andes e em vários cursos internacionais.

 Implementação da metodologia de Gerenciamento de Riscos no Chile, estratégias e novas visões. 

Carolina Ossa Izquierdo – Chile – Conservadora chefe do Laboratório de pintura do Centro Nacional de Conservação e restauração, Coordenadora do Comitê de Gerenciamento de Riscos do Centro Nacional de Restauração do Chile e Presidente do Comitê do Escudo Azul do Chile.

 A valoração de coleções e o gerenciamento de riscos

David Cohen – Colômbia – Professor do Departamento de História da Arte da Universidad de los Andes e pesquisador da Fundação ERIGAIE em temas de conservação, arqueologia histórica, arqueologia da arquitetura e estudos de cultura material.

Data: 30/08/2014

Horário: 9h – 13h

Local:     Auditório da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS

                Rua Ramiro Barcelos, 2705 – Campus Saúde – Porto Alegre – RS

Informações:

Museu da UFRGS

(51) 3308-3390 e (51) 3308-4022

museu@museu.ufrgs.br

museu.ufrgs.br

Inscrições: cursosacorrs@gmail.com

Valores:

R$ 60,00 – público geral   –  R$ 30,00 – estudantes

​Sócios da ACOR-RS em dia com anuidades são isentos de pagamento.

​A ficha de inscrição Ficha de inscrição 2014

 ​ deverá ser preenchida e enviada para cursosacorrs@gmail.com juntamente com cópia do comprovante de depósito na conta:

 Banco do Brasil

Ag. 1899-6

c/c: 41.174.4

ACOR-RS- Assoc de Conserv e Restaur de Bens Culturais do RS

Estudantes devem enviar cópia do comprovante de matrícula 2014/2.

V Curso

Promoção: ACOR-RS – Associação de Conservadores e Restauradores de Bens Culturais do Rio Grande do Sul, Prefeitura Municipal de Porto Alegre, Secretaria Municipal de Cultura, UFRGS (Setor do Patrimônio Histórico da UFRGS e Museu da UFRGS)​

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Autor:  Eduardo Luís Bueno da Silva
Orientador:   Martha Eddy Krummenauer Kling Bonotto
Co-Orientador: Lizete Dias de Oliveira
Nível:  Graduação

RESUMO

A fotografia é uma linguagem que não conhece barreiras linguísticas e oferece diversas possibilidades de leitura; tem se ampliado sua importância como fonte de informação ilustrativa da história, costumes e descobertas do mundo. Como todos os tipos de documentos, as fotografias se degradam naturalmente através da acidificação e ressecamento do suporte e da emulsão onde fica gravada a imagem. A forma como são acondicionadas influi diretamente na conservação dos documentos, podendo preservá-los por muitas décadas ou condená-los a somente alguns anos. A estrutura e o processo de elaboração da fotografia tem se alterado muito no decorrer de sua história, fazendo com que esses diferentes tipos de fotografias exijam também maneiras distintas de tratamento quanto à sua preservação. Da mesma forma, a organização, a catalogação e o manuseio estão diretamente relacionados com a preservação, pois definirão a frequência e a forma com que as fotografias serão manipuladas. A sua preservação, independente do suporte, exige cuidados específicos para garantir uma grande durabilidade do suporte e da informação da fotografia. Este estudo é uma análise qualitativa das formas de preservação de quatro tipos diferentes de acervos fotográficos (familiar, jornalístico, comercial e histórico), que visa identificar a forma como cada instituição atua na preservação de seus documentos fotográficos. Descobriu-se que os acervos fotográficos não são, de forma geral, tratados de forma plenamente adequada e que a diferença de escopos entre as instituições pouco influencia nas peculiaridades de cada coleção fotográfica; mas sim a consciência dos responsáveis por cada acervo, da necessidade de se preservar os documentos para manter pelo maior tempo possível a informação das fotografias, auxiliando na manutenção da história.

Para Acessar o documento completo CLIQUE AQUI

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Autor: Alexandre Bastos Demétrio

Orientador: Helen Beatriz Frota Rozados

Data: 2011

Instituição: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação. Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Informação.

RESUMO

Contextualiza a influência das Tecnologias da Informação e Comunicação na sociedade, especialmente no universo do patrimônio digital, materializado nos sítios de instituições museológicas de artes visuais brasileiras. Tem por principal objetivo averiguar que conteúdos informacionais são apresentados nos sítios de museus brasileiros, enfocando: a) a validação de seu patrimônio de imagens digitais, na forma de seu catálogo virtual; b) o acesso e a disseminação da informação, através do uso de ferramentas interativas. O referencial teórico contempla os temas da tecnologia, comunicação, virtualidade, as redes e a imagem como meio de disseminação da informação em arte. A metodologia é de cunho qualitativo, situando-se a pesquisa como exploratória. Utiliza duas ferramentas de coleta de dados especialmente desenhada para a investigação. São elas: um questionário institucional, constatando o posicionamento das instituições sobre o tema proposto sobre seus patrimônios digitais e seus catálogos virtuais; um formulário para o levantamento de informações disponibilizadas em sítios de artes visuais, criado a partir do referencial teórico e de características específicas identificadas em sítios de museus virtuais, anteriormente visitados, aplicado aos sujeitos selecionados para o estudo. O escopo do trabalho consiste no grupo de instituições de arte brasileiras que possuem sítios na Rede com catálogos virtuais de suas coleções de imagens, totalizando dez museus. Os resultados demonstram que: há preocupações com o patrimônio digital, mas este ainda não é tratado como um repertório significante em termos de cuidados com a produção, armazenagem e disseminação para a sociedade; a comunicação e a interação com os públicos sobre os acervos digitais ainda é pouco relevante, constatado pela pequena participação das instituições nas redes sociais; nenhum controle de acesso aos setores dos catálogos virtuais; pouca apropriação tecnológica das ferramentas da web 2.0, tais como redes sociais e recursos interativos nos setores educativos dos sitios. Recomenda que: mais estudos sejam produzidos para verificar o por quê da pouca utilização desses recursos: seja dada atenção para a importância do investimento na qualidade de conteúdos para a disseminação da informação sobre as coleções brasileiras; seja observado o reconhecimento de parâmetros de padronização na geração, armazenagem e disseminação dos patrimônios digitais dos sítios de museus brasileiros.

Para acessar a dissertação CLIQUE AQUI

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