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“Corte Seco” pretende mostrar uma releitura poética de acontecimentos trágicos

CULTURA – 11/05/2015 Exposição Fotográfica “Corte Seco”, de Alberto Bitar – Galeria Lunara Foto: Divulgação/PMPA

Está em cartaz em Porto Alegre a exposição “Corte Seco”, do fotógrafo paraense Alberto Bitar. A mostra pode ser conferida até o dia 14 de junho na Galeria Lunara da Usina do Gasômetro (Pres. João Goulart, 551). A visitação acontece de terça a domingo, das 10h às 21h, com entrada gratuita.

A primeira mostra individual de Bitar na Capital apresenta uma releitura poética de cenas de crimes ocorridos na cidade de Belém. Em “Corte Seco”, o artista faz uma analogia entre o fluxo do filme e o fluxo da vida, já que o nome se refere a uma expressão utilizada em edição de vídeos para indicar a passagem brusca de uma imagem para outra ou para nenhuma.

Fonte: Correio do Povo e PMPA

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Exposição pode ser visitada até dia 13 de julho

Exposição pode ser visitada até dia 13 de julho Crédito: Pedro Revillion / CAM / CP

Exposição pode ser visitada até dia 13 de julho
Crédito: Pedro Revillion / CAM / CP

A exposição “Futebol e Mulheres no País da Copa 2014”, na Usina do Gasômetro, pretende mostrar a temática da mulher no cenário do futebol. “Queremos mostrar que a mulher joga futebol há muito tempo. Que fala e entende de futebol. Falta o incentivo de patrocinadores para que essa modalidade seja desenvolvida no país’’, afirma Cleizi Zanette, uma das organizadoras da exposição e assessora técnica da Secretaria Estadual de Esporte e Lazer e da Fundação de Esporte e Lazer do Rio Grande do Sul (Fundergs).

O material exposto foi recolhido através de um coletivo chamado Guerreiras Project, que fez fotos das atletas da seleção brasileira e de times profissionais e de várzea. O projeto usa o futebol como ferramenta para revelar, analisar e combater preconceitos de gênero e faz isso através da criação de espaços nos quais se pode discutir os temas em encontros agendados. Além de fotos, a exposição tem chuteiras autografadas, camisetas e até um álbum de figurinhas da Copa do Mundo de Futebol Feminino.

A ideia da exposição também permitiu a criação de outros projetos, como o Curso de Árbitras e Mesárias de Futebol para Mulheres, Curso de Formação de Lideranças de Jogadoras, que acontece em São Paulo, e um Seminário Estadual “Gestão e Ética no Futebol Feminino”, entre outros eventos. A Exposição fica na Usina até o dia 13 de julho.

Liga Canela Preta

Juntamente com a exposição ‘‘Futebol e Mulher no País da Copa 2014’’, a Liga da Canela Preta também exibe o seu material, com fotos que contam a história da união de entidades participantes. Formada no fim da década de 1910 por um grupo de negros, que eram impedidos de jogar nos times dos brancos, a liga fez a resistência contra o racismo no futebol porto-alegrense.

Além desse movimento, o grupo formou times que se destacaram até a década de 30. Primavera, Bento Gonçalves, União, Primeiro de Novembro, Rio-Grandense, 8 de Setembro, Aquidabã e Venezianos foram alguns dos times da Liga da Canela Preta.

Fonte: Correio do Povo

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Obras recriam ambiente da casa da artista, nascida em 1921, em Varsóvia. Foto: Divulgação/PMPA

 

A exposição Viva, Paulina! segue em cartaz na Galeria Iberê Camargo da Usina do Gasômetro, reunindo pinturas, desenhos e objetos da casa da artista Paulina Laks Eizirik (1921-2013). A curadoria é de Daniel Eizirik, 7º neto da artista. A mostra, aberta em 9 de maio, recria o ambiente da casa da artista dentro da galeria, incluindo os quadros que Paulina nunca quis vender, as histórias por trás desses trabalhos e suas pinturas recentes, apresentadas pela primeira vez ao público.

 

Pinturas recentes estão sendo apresentadas pela primeira vez ao público. Foto: Divulgação/PMPA

Pinturas recentes estão sendo apresentadas pela primeira vez ao público. Foto: Divulgação/PMPA

Paulina Laks Eizirik – Nasceu em Varsóvia e migrou para Porto Alegre com nove anos de idade, onde naturalizou-se brasileira e viveu como dentista e mãe de família. A pintura, o desenho e a gravura surgiram no seu caminho em meados dos anos 1980, então com 60 anos de idade, e suas imagens sonhadoras atingiram projeção nacional e internacional nas décadas seguintes. Nos últimos anos de atividade, porém, Paulina passou a incorporar as falências da visão e do corpo às telas, resultando em uma guinada corajosa no estilo de pintura.

Exposição Viva Paulina!
As pinturas e a casa de Paulina Laks Eizirik
Galeria Iberê Camargo da Usina do Gasômetro
Av. Presidente João Goulart, 551

Fonte:  PMPA

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Fonte:

Setor de Mostras e Exposições
Coordenação de Artes Plásticas
Secretaria Municipal da Cultura
Prefeitura de Porto Alegre
Usina do Gasômetro – sala 605
Fone: 3289.8127

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