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Prezados,
Com o intuito de conhecer o perfil dos visitantes no Corredor Cultural do Centro de Porto Alegre, foi criado esse questionário que integra uma pesquisa exploratória dos hábitos culturais dos visitantes.
A pesquisa está disponível para preenchimento do dia 29 de julho até o dia 20 de agosto.
 Clique no link  abaixo para responder a pesquisa

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Pessoal!!

Já estão abertas as inscrições para a 10ª Primavera dos Museus. De 25 de julho a 22 de agosto, museus e outras instituições culturais poderão se inscrever para participar dessa ação coordenada pelo Ibram.

A Primavera dos Museus acontece anualmente no início da estação homônima, quando museus brasileiros, convidados pelo Ibram, desenvolvem uma programação especial. As instituições interessadas em participar de sua 10ª edição devem inscrever atividades e promover sua realização entre os dias 19 a 25 de setembro, chamando, assim, a comunidade a refletir, discutir e trocar experiências sobre o tema Museus, Memórias e Economia da Cultura. A realização das atividades fica sob a responsabilidade da própria instituição que as inscrever, bem como a viabilização para seu desenvolvimento. Ao Ibram cabe divulgar a programação nacional da Primavera dos Museus e produzir o Guia da Programação virtual.

Para saber mais sobre o tema, clique aqui.

Como se inscrever
A inscrição deve ser feita exclusivamente por meio de preenchimento do formulário eletrônico que está disponível na página do IBRAM, ao final do post acesse a site e se inscreva através dos formulários eletrônicos:

• 1º Passo: inscrição do museu ou instituição cultural. Mesmo que o museu tenha participado de outras edições da Primavera dos Museus ou Semana Nacional de Museus, é necessário realizar uma nova inscrição.

• 2º Passo: inscrição das atividades a serem desenvolvidos pelo museu ou instituição cultural. Exemplos: seminários, exposições, oficinas, visitas monitoradas, exibições de filmes, entre outras. A efetiva participação do museu dá-se apenas com a inscrição de um ou mais eventos.

Dicas de parcerias
O Ibram vem atuando na promoção de sua imagem institucional, bem como na promoção e divulgação da imagem dos museus e processos museológicos. Uma de suas estratégias é o alinhamento com produtos e serviços de empresas públicas e privadas sem o repasse de recursos financeiros. O objetivo dessas parcerias é, além da ampla divulgação dos museus brasileiros, o incentivo à sua visitação, à democratização de seu acesso, à ampliação de sua visibilidade e à maior aproximação com a comunidade. Saiba mais em: parcerias.

Cronograma
Período de inscrição: 25 de julho a 22 de agosto de 2016
Realização da 10ª Primavera dos Museus: 19 a 25 de setembro de 2016

Acesse a página do IBRAM para inscrição!!

Fonte: IBRAM

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A coordenação da Memória Cultural da Prefeitura estima em cerca de 300 os monumentos e marcos comemorativos que integram o patrimônio cultural de Porto Alegre, espalhados principalmente por parques e praças da Capital. Conforme o coordenador da Memória Cultural, Luiz Antônio Bolcato Custódio, as obras sofrem com o vandalismo. O Chafariz Menino da Cornucópia, por exemplo, foi recuperado recentemente, porém já teve peça quebrada. Isso sem falar na ação do tempo. Abaixo, confira os cinco monumentos mais antigos da Capital e sua história, a maioria está localizada em um dos parques mais tradicionais da cidade, a Redenção. O Bebedouro em Ferro Fundido, frisa a coordenação  da Memória Cultural do município, não é classificado como um monumento, contudo consta entre as obras mais importantes e antigas de Porto Alegre.

Afluentes do Guaíba (1866)| Foto: Maia Rubim/Sul21

 

1– Afluentes do Guaíba

Localizado na Estação de Tratamento de Água Moinhos de Vento, na Rua 24 de Outubro, o conjunto de estátuas esculpido em mármore, ao lado do Chafariz Imperial, é o monumento mais antigo da capital gaúcha, construído em 1866. As quatro estátuas são remanescentes da escultura hidráulica instalada na Praça da Matriz, na época denominada Praça Dom Pedro II, pela Companhia Hidráulica Moinhos de Vento com o fim de fazer o abastecimento de água da cidade, além de embelezar o local. Ao longo do tempo, as peças chegaram a ser desmontadas e guardadas e mais tarde instaladas na Praça Dom Sebastião, na Avenida Independência. Desde 2014, as quatro estátuas, depois de restauradas, foram instaladas nos jardins da Hidráulica Moinhos de Vento, organizadas em torno de um novo espelho d’água com chafariz central.

 

Chafariz Imperial| Foto: Maia Rubim/Sul21

2 – Chafariz Imperial

Também conhecido como Chafariz do Imperador, Chafariz Conde d’Eu ou Chafariz dos Três Menininhos, o monumento foi instalado em um dos parques mais tradicionais de Porto Alegre: o Farroupilha ou Redenção. A obra integra os oito chafarizes encomendados, no período de 1861 a 1866, pelo governo da Província para suprir o abastecimento de água na Capital, cedidos à Companhia Hidráulica Porto-Alegrense. Importado da França, o Chafariz Imperial, em ferro fundido, é o único que resta dessa época. Em 1866, foi instalado na Praça do Mercado, hoje Praça XV de Novembro, Centro Histórico, e depois transferido para a praça onde atualmente funciona o terminal de ônibus Rui Barbosa. Depois da enchente de 1941, o monumento foi transferido para o Parque da Redenção. Com algumas partes danificadas, o Chafariz Imperial deverá ser recuperado numa próxima etapa de obras prevista pela Prefeitura.

 

Bebedouro em Ferro Fundido|Foto: Maia Rubim/Sul21

3 – Bebedouro em Ferro Fundido

Apesar de não ser classificado como um monumento pela coordenação da Memória Cultural do município, o órgão, ao mesmo tempo, considera o Bebedouro uma obra relevante entre as mais antigas. Instalada, após 1873, inicialmente, na Praça Garibaldi, bairro Azenha, a peça em ferro fundido é composta por um pedestal trabalhado e por uma enorme taça, que servia, no Século XIX, de bebedouro para cavalos que puxavam carroças. Depois da Praça Garibaldi, o Bebedouro foi levado para o Parque da Redenção, onde se encontra até hoje. Atualmente, está no orquidário e também deverá entrar na próxima etapa de recuperação de monumentos.

 

Conde de Porto Alegre |Foto: Maia Rubim/Sul21

4 – Conde de Porto Alegre

De 1885, o monumento foi instalado inicialmente na Praça da Matriz. A escultura é uma homenagem ao tenente-general Manoel Marques de Souza, o Conde de Porto Alegre, o soldado de Tuyuti. Depois da morte do militar, em 1875, a Câmara Municipal decidiu homenageá-lo com a escultura, inaugurada em 1º de fevereiro de 1885 com a presença da Princesa Isabel. A estátua, que retrata o militar com a farda e empunhando uma espada, foi levada, em 1942, para a Praça do Portão, hoje Praça Conde de Porto Alegre, Centro Histórico, em homenagem ao tenente-general. A transferência de local ocorreu entre o fim do governo monárquico e o começo da República, motivo pelo qual se tornou intolerável a presença de um herói monarquista na principal praça da cidade.

 

Chafariz Menino da Cornucópia| Foto: Maia Rubim/Sul21

5 – Menino da Cornucópia

O Chafariz Menino da Cornucópia ou Chafariz Menino da Concha é composto por um conjunto de taças e por uma alegoria na extremidade da obra, que retrata um menino de cauda de peixe soprando uma concha por onde a água é jorrada. A figura do menino com a concha simboliza um Tritão, Deus Marinho da mitologia grega. Primeiro, em 1900, o monumento foi instalado na Praça XV de Novembro. Entre a primeira e a segunda década do Século XX, foi transferido para o Parque da Redenção. Recentemente, segundo a coordenação da Memória Cultural do município, a escultura passou por uma restauração, porém já sofreu com o vandalismo e algumas partes foram quebradas e precisarão ser recuperadas novamente.

 

Mais imagens no link  Sul21

 

 

A história conta que Porto Alegre começou a ser povoada em 1752. A partir da década de 70 do mesmo século começariam a ser erguidos as primeiras grandes edificações ao redor de onde hoje está a Praça da Matriz, como o primeiro Palácio do Governador e a Igreja da Matriz. No entanto, estas construções foram posteriormente demolidas e substituídas por outras edificações.

Levando em conta construções que ainda estão sendo utilizadas a partir de suas estruturas originais, o prédio mais antigo da cidade é o atual Memorial do Legislativo, que data de 1790. A seguir, conheça a história das cinco edificações mais antigas de Porto Alegre que ainda estão em funcionamento.

Memorial do Legislativo | Foto: Joana Berwanger/Sul21

1) Memorial do Legislativo

Localizado na rua Duque de Caxias, no atual número 1.029, o prédio começou a ser construído entre 1769 e 1772 e foi concluído em 1790 para abrigar a Antiga Provedoria Real da Fazenda. Mais notadamente, a partir de 1835, passou a ser sede da Assembléia Legislativa Provincial, precursora da Assembleia Legislativa. Foi sede do parlamento gaúcho por 132 anos, até 19 de setembro de 1967, quando foi realizada a última sessão plenária ali. Desde 30 de junho de 2010, sedia o Memorial do Legislativo gaúcho, que abriga o acervo arquivístico da Casa.

Igreja Nossa Senhora das Dores | Foto: Joana Berwanger/Sul21

 

2) Igreja Nossa Senhora das Dores

Localizada na Rua dos Andradas, sem número, a Igreja das Nossa Senhora das Dores é a igreja mais antiga de Porto Alegre que permanece em pé. O início de sua construção data de 1807, tendo a primeira capela sendo concluída em 1813. No entanto, suas obras só seriam encerradas quase um século depois, em 1903, quando houve a inauguração oficial da igreja. Tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) ainda em 1938, recentemente tem passado por uma série de reformas para restauração da estrutura original.

Solar dos Câmara | Foto: Joana Berwanger/Sul21

 

3) Solar dos Câmara

Prédio residencial mais antigo da cidade, este casarão começou a ser construído na Duque de Caxias, 968, em 1918, sendo concluído seis anos mais tarde. Seu primeiro proprietário foi José Feliciano Fernandes Pinheiro, chefe da Alfândega do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e, posteriormente, primeiro presidente da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul. O segundo morador do prédio foi José Antônio Corrêa da Câmara (a partir de 1951), que curiosamente viria a ser o primeiro governador do RS, em 1889. O último morador da casa, Armando Pereira da Câmara (até 1975), foi senador e reitor da UFRGS e da PUCRS. Em 1981, o prédio foi adquirido pela Assembleia. Após um tempo fechado, desde 1993 abriga o Departamento de Relações Públicas e Atividades Culturais (DRPAC), onde estão instaladas a Biblioteca Borges de Medeiros, exposições fotográficas da Sala J.B. Scalco e ocorrem espetáculos musicais gratuitos do projeto Sarau no Solar.

Solar da Travessa Paraíso | Foto: Mariano Czarnobai/Divulgação

 

4) Solar da Travessa Paraíso

Em 1820, começava a ser construído o casarão da Travessa Paraíso, atualmente no número 71, em uma grande área onde é hoje o Morro Santa Teresa. A partir de 1930, o Solar foi dividido para abrigar várias famílias, sendo que de 1970 aos anos 90 o prédio ficou abandonado. No entanto, em 1994, o seu valor arqueológico foi reconhecido pela cidade e a Prefeitura assumiu a posse e promoveu uma restauração do prédio, que foi reinaugurado em 2000. Hoje é sede do festival internacional de teatro Porto Alegre Em Cena.

Museu Joaquim José Felizardo | Foto: Maia Rubim/Sul21

 

5) Museu de Porto Alegre J. J. Felizardo

Fechando a lista, o antigo Solar Lopo Gonçalves foi construído entre 1845 e 1853, na antiga Rua da Margem, conhecida atualmente como João Alfredo. Originalmente, foi usada como chácara pela família Gonçalves Bastos e como residência de cidade para seus herdeiros. Posteriormente, foi de propriedade de outra família e também abrigou a sede do Serviço de Assistência Social e Seguro dos Economiários. Desde 1982, sedia o Museu de Porto Alegre.

 

Fonte: OSul21

MARE NOSTRUM, convite digital

Embora a prática de fixar imagens do mar e outros cursos d’água em pedras, cerâmicas, telas e outros suportes, seja conhecida desde a Antiguidade, foi há quatro séculos em que se estabeleceram os cânones das marinhas como gênero artístico. A cena marítima, ou simplesmente marinha, se destaca marcadamente na pintura na Holanda do século XVII, quando alguns artistas desenvolvem-na com tal excelência que suas obras são consideradas até hoje documentos históricos da expansão naval daquele país. Assim pode ser compreendido o óleo sobre tela intitulado “The Rejalma”, pintado por Jeronimus Van Diest em 1673, pertencente ao acervo da Pinacoteca Ruben Berta.

RB 042: JERONIMUS VAN DIEST (Holanda, 1631 - 1673) - "The Rejalma" - 1673 - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA RUBEN BERTA - foto: F.Zago-StudioZ

JERONIMUS VAN DIEST (Holanda, 1631 – 1673) – “The Rejalma” – 1673 – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA RUBEN BERTA – foto: F.Zago-StudioZ

A partir desta “tela-conceito” a exposição MARE NOSTRUM busca estabelecer um diálogo, com outras 32 obras do acervo da Prefeitura de Porto Alegre, que representam marinhas datadas de fins do século XIX aos inícios do século XX, mostrando diversas facetas do tradicional gênero. Assim, uma grande mudança pode ser percebida em obras que espelham o espírito romântico que no século XIX enfeitiçava o mundo ocidental. Partidários do espírito daquele tempo, diversos artistas passaram a buscar a dramaticidade no turbilhão da natureza e na força dos seus movimentos indômitos e sublimes. Mais adiante as marinhas readquirem uma posição de relevo na criação de pinturas produzidas sob o impacto do Impressionismo que trouxe novos experimentos técnicos sobre os efeitos da luz e da diversidade de cores. Os desdobramentos desta abordagem – que às vezes resulta em pinceladas violentas e outras em quase abstração – perpassam diversas obras criadas no século XX.

ANGELO GUIDO (Itália,1893 – Pelotas, 1969) - "Marinha - Ilha Porchat" - sem data - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA ALDO LOCATELLI - foto: Leopoldo Plentz

ANGELO GUIDO (Itália,1893 – Pelotas, 1969) – “Marinha – Ilha Porchat” – sem data – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA ALDO LOCATELLI – foto: Leopoldo Plentz

A exposição MARE NOSTRUM, não deriva de uma conceituação rígida de marinhas. De modo que contempla quadros que nem sempre trazem o mar como personagem único ou principal. Divide, por vezes, o campo da tela com montanhas, praias e com o próprio homem. Para além das representações do mar, estão incluídas também paisagens de lagos, rios e riachos. Porém, inquestionavelmente, as águas são a referência mágica que determinam a composição, conferindo o tom predominante. MARE NOSTRUM pretende ainda ser um balão de ensaio. Durante a mostra serão convidados artistas para realizar suas releituras pessoais de “The Rejalma”. A produção resultante será apresentada no próximo ano, e com este gesto pretende-se contribuir no desafio de atualizar a marinha como gênero artístico para a sensibilidade e as técnicas contemporâneas.

ILDEU MOREIRA (Belo Horizonte, 1920 - 1999) - "Marinha" - sem data - óleo sobre tela - acervo PINACOTECA RUBEN BERTA - foto: F.Zago-StudioZ

ILDEU MOREIRA (Belo Horizonte, 1920 – 1999) – “Marinha” – sem data – óleo sobre tela – acervo PINACOTECA RUBEN BERTA – foto: F.Zago-StudioZ

MARE NOSTRUM – “The Rejalma” e a arte das marinhas

Pinacoteca Ruben Berta – Rua Duque de Caxias, 973 Centro Histórico – Porto Alegre – Rio Grande do Sul de 8 de agosto a 12 ago 2016 | seg a sex, das 10h às 18hacervo@smc.prefpoa.com.br / [55] (51) 3289-8292

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Segue os volumes 1 e 2 do Thesaurus para Acervos Museológicos para download. Lançamento Fundação Nacional Pró-Memória, 1987. Autoria de Helena Ferrez e Maria Helena Bianchini. A primeira do gênero no país

Para acessar clique nos links abaixo.

Thesaurus para Acervos Museológicos Volume 1

Thesaurus para Acervos Museológicos Volume 2

 

Boa leitura e estudos!

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