Feeds:
Posts
Comentários

O projeto “Janelas da Alma”, que contempla o restauro das janelas da Catedral São Francisco de Paula, é financiado pelo Sistema Pró-Cultura RS – LIC

O secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo, participa na próxima segunda-feira (21) da inauguração das janelas da Catedral São Francisco de Paula, de Pelotas.
Financiado pelo Sistema Pró-Cultura RS – Lei de Incentivo à Cultura, o projeto Janela da Alma é a primeira etapa do restauro da catedral, construída a partir de 1813, onde se destacam os vitrais, 30 diferentes tipos de mármores, imagens de madeira em estilo barroco, resplendores de metal precioso e obras dos pintores italianos Aldo Locatelli e Emílio Sessa.
Sobre a Catedral São Francisco de Paula – A história Catedral São Francisco de Paula pode ser dividida em, pelos menos, três fases. A primeira foi com a construção da capela em 1813, por iniciativa do Padre Felício da Costa Pereira, que projetou e executou a obra.
Em 1826, após ter sido destruída por um raio, foram iniciadas as obras de um “novo templo”, pelo lado de fora do primitivo. Em 1846, o Imperador D. Pedro II lança, na Praça da Regeneração (hoje Coronel Pedro Osório), a pedra fundamental para a construção de uma nova catedral, no entorno da praça. Em meados do século XIX já apresentava a fachada atual.

Em 1915, um prédio de dois pavimentos é anexado para servir de salão paroquial e, 17 anos mais tarde, uma nova reforma ampliou sua capacidade para 1,7 mil pessoas. O altar-mor foi recuado para o fundo, a sacristia ocupou o pavimento térreo do salão paroquial, eliminaram-se as tribunas. As janelas laterais foram retiradas e substituídas por vitrais, doados por famílias pelotenses.

Fonte: Cultura RS

Quem olha à estradinha de chão batido, distante 17km do centro de Cachoeira do Sul, não imagina que ela leva a um tesouro: com paredes brancas e aberturas em terracota, a casa do início do século XIX vai tomando forma no horizonte. Rodeada por açudes e campos onde pastam ovelhas, cavalos e bois, a Fazenda da Tafona é a representação de um passado distante, quando o Rio Grande do Sul era dividido em Sesmarias e aos poucos começava a ser povoado por diferentes etnias. Entre elas, a portuguesa.

Caminho que leva à Fazenda da Tafona revela belas paisagens

Caminho que leva à Fazenda da Tafona revela belas paisagens

 

“Aqueles que passarem pelo interior de Portugal vão ver muitos lugares idênticos a esse. É incrível encontrar aqui tantos elementos presentes no nosso dia a dia do outro lado do Oceano: o estilo das janelas, do telhado, do chão”, comenta impressionada a Vice-Cônsul do país, Adriana de Melo Ribeiro. Ela participou do ato de tombamento do prédio pelo Instituto de Patrimônio Artístico, Histórico e Cultural do Estado (IPHAE), na manhã desta sexta-feira (18). “Isso é muito importante porque permite 3 coisas: a primeira é poder identificar as raízes, as origens, dos tantos povos que contribuíram para a formação do que, hoje, é a Cultura Gaúcha. A segunda é garantir a preservação, que não haja alterações na arquitetura original. E a terceira é possibilitar que os proprietários tenham ajuda financeira para a manutenção desse espaço”, completou Adriana.

O local pertence à sexta geração da Família Vieira da Cunha.

O local pertence à sexta geração da Família Vieira da Cunha.

Aliás, foram justamente os proprietários que pediram o início do processo de tombamento em 2013 ao Governo do Estado. O casal Marco Aurélio de Castro Schntz e Marô Vieira da Cunha Silva já conseguiu a inclusão no Sistema Nacional de Museus e hoje mantém 50% da área da propriedade com mata nativa. Já a área cultivável é destinada à produção de orgânicos.

“Temos aqui animais como gato do mato, bugio, tatu. Nossa intenção não é apenas preservar um prédio, mas todo patrimônio que, evidentemente, inclui a natureza”, afirma Marô.

A obra da Fazenda teria iniciado em 1813. Na época foi chamada de Estância São José, propriedade de José Vieira da Cunha, português radicado no Brasil e que casou-se com a filha de Antônio Gomes de Campos, um dos primeiros povoadores de Cachoeira do Sul. O local já está sendo avaliado por alunos e professores do curso de Arquitetura da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Através de um Projeto de Extensão eles já fizeram levantamento arquitetônico para o projeto de restauração. O tombamento permite que o prédio receba recursos públicos para o restauro através da Lei de Incentivo à Cultura (LIC), chegando ao valor de 1 milhão e 500 mil reais de financiamento. Mesmo sem previsão para o início dos trabalhos, a intenção é que a casa já possa ser aberta para visitação no primeiro semestre do ano que vem.

“A construção do que, hoje, conhecemos como o território do Rio Grande do Sul passa por lugares como esse. É um patrimônio riquíssimo e me orgulha fazer parte desse processo de tombamento”, comemorou a Diretora do IPHAE, Mirian Sartori Rodrigues.

Secretário Victor Hugo assina o termo de tombamento da Fazenda da Tafona ao lado da Diretora do IPHAE, Mirian Sartori, e da Vice-cônsul de Portugal, Adriana de Melo Ribeiro.

Secretário Victor Hugo assina o termo de tombamento da Fazenda da Tafona ao lado da Diretora do IPHAE, Mirian Sartori, e da Vice-cônsul de Portugal, Adriana de Melo Ribeiro.

Participaram da solenidade representantes da família Vieira da Cunha, o Prefeito de Cachoeira do Sul, Neiron Viegas, o Presidente da Câmara de Vereadores, Homero Tatsch, representantes de Conselhos do município e a comunidade. Um dos momentos de destaque foi a apresentação do documentário sobre a fazenda feito pelos estudantes da Escola Municipal de Ensino Fundamental Emília Vieira da Cunha.

“Me emociona ver o trabalho dessas crianças! É maravilhoso presenciar a nova geração tratando da História, do passado, com tamanho carinho. Tanto que cheguei a me perguntar: nesta manha voltamos ou avançamos no tempo? As duas coisas! Isso me conforta, me anima”, revelou o Secretário de Estado da Cultura, Victor Hugo.

A TAFONA

O nome Tafona remete ao moinho de farinha de mandioca e de polvilho que funcionava na propriedade. Ainda hoje é possível encontrar a estrutura original utilizada no processo.

O maquinário funcionava por tração animal, com juntas de bois.

O maquinário funcionava por tração animal, com juntas de bois.

Para ver mais imagens do evento acesse www.cultura.rs.gov.br

Foto: Acervo Nuances

Foto: Acervo Nuances

No dia 18 de novembro, sexta-feira, às 19h, inaugura a exposição Uma cidade pelas margens, no Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo. A mostra explora a trajetória de pessoas e organizações que protagonizaram a luta pela visibilidade e pelo direito à diversidade em Porto Alegre. Também serão realizadas duas mesas redondas e Piquenique Cultural temático. O projeto é uma parceria entre o Museu e o Nuances – Grupo pela livre expressão sexual, a Liga Brasileira de Lésbicas do Rio Grande do Sul (LBL- RS), além do Curso de Graduação em Museologia, do Laboratório de Políticas Públicas Ações Coletivas e Saúde (LAPPACS) e do Programa de Pós-Graduação em História (PPGHIST), todos vinculados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Sobre a exposição

No dia 13 de novembro de 2016 ocorre a 20ª edição da Parada Livre, evento realizado em Porto Alegre desde 1997 e que, atualmente, reúne milhares de pessoas no Parque Farroupilha. Essa manifestação é um marco na luta pela visibilidade da comunidade LGBTT – sigla para gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais – e pelo direito à diversidade.

O Museu de Porto Alegre tem proposto atividades que buscam contemplar pautas consideradas importantes para a construção de uma cidade democrática e plural. Em 2015, em função da 9ª Primavera dos Museus, foi realizada a exposição de curta duração (In)visibilidades dos povos indígenas em Porto Alegre , dedicada trajetória histórica de Kaingangs, Mbyás-Guarani e Charruas. Em 2016, durante as comemorações dos 244 anos da cidade, o Projeto Tambores de Porto Alegre promoveu uma série de atividades, dentre as quais a realização de uma exposição temporária que reuniu um acervo de elementos das manifestações afro gaúchas, em especial o Tambor Sopapo, os tambores do Candombe e do Batuque de Nação Oyó Idjexá e o Urucungos.

Dando continuidade a essa proposta, trazemos a temática LGBTT para o espaço do Museu, construindo uma ponte entre a realização da 20ª Parada Livre e a história e memória da população LGBTT em Porto Alegre. Tendo isso em vista, teve início um processo colaborativo que resultou na proposição de uma série de atividades a serem desenvolvidas nos meses de novembro e dezembro.

A exposição de curta duração Uma cidade pelas margens é dividida em dois eixos. O primeiro trata a questão da cartografia da cidade sob a perspectiva LGBTT, identificando espaços de sociabilidade fundamentais para a construção dessa narrativa. O segundo apresenta a luta e as conquistas dos direitos humanos, a resistência e os avanços nas questões jurídicas. A mostra fica em cartaz até o dia 30 de dezembro.

Sobre a programação paralela

A primeira mesa redonda acontece no dia 23 de novembro, às 19h, com o tema as Trajetórias, histórias e memórias da comunidade LGBTT com as historiadoras Íris Germano e Liane Muller. A segunda, ainda sem data definida, vai abordar Saúde, Educação e Caminhos jurídicos da Comunidade LBGTT. Os encontros serão no auditório do Museu, com entrada franca. Para encerrar a programação, no dia 11 de dezembro, está previsto a edição de um Piquenique Cultural temático com diversas atrações culturais, no jardim do Museu.

Serviço:
O que: Abertura da exposição Uma Cidade pelas margens
Quando: Dia 18 de novembro de 2016, sexta-feira, às 19h
Onde: Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo (João Alfredo, 582, Cidade Baixa, Porto Alegre-RS)
Entrada franca
Visitação: de segunda das 13h às 17h30min, de terça a sexta das 9h às 12h e das 13h às 17h30min até o dia 30 de dezembro de 2016.
Informações pelo 3289-8275
Visitas para grupos podem ser agendadas através do telefone 3289.8270.

Rua João Alfredo, 582 | Cidade Baixa | Porto Alegre – RS
51.3289 8275

Fonte: Guia21.sul21

Nachlass Leonore Mau. S. Fischer

Nachlass Leonore Mau. S. Fischer

 

Exposição de Fotografias
A Casa de Leonore Mau
Curadoria: Alexandre Santos

Abertura: 17 de novembro de 2016, 19h, no Goethe-Institut Porto Alegre (Rua 24 de Outubro, 112),
com palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen (Alemanha)

Realização: Goethe-Institut Porto Alegre, Fundação S. Fischer, Programa de Pós-Graduação do Instituto de Artes da UFRGS

No âmbito do projeto regional “Hubert Fichte – Liebe und Ethnologie” (Amor e Etnologia), que conta com a participação de vários Institutos do Brasil, Chile, USA, Portugal, Senegal e Alemanha , o Goethe-Institut Porto Alegre abordará o universo feminino da “Lebensreise” (Viagem da Vida) de Hubert Fichte e Leonore Mau. Entre as décadas de 1960 e 1980, o casal viajou várias vezes pela América do Sul e se ocupou com as questões da estética da produção literária e fotográfica. A exposição de fotografias de Leonore Mau, que abrirá no dia 17 de novembro de 2016 na Galeria do Goethe-Institut com uma palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen, comprova que os trabalhos de Mau não eram simplesmente imagens ilustrativas para a obra literária de Fichte, mas tinham sua própria autonomia e qualidade estética.

A exposição traz fotografias realizadas por Leonore Mau durante suas viagens ao Brasil para realizar projetos em parceria com Hubert Fichte. Trata-se de imagens ainda não vistas em Porto Alegre, versando sobre diferentes temas como a infância, as cerimônias religiosas afro-brasileiras, o carnaval, a vida nas favelas, as praias, as ruas e os lares de diferentes extratos sociais do país.

O curador, Alexandre Santos, professor de história da arte e pesquisador da fotografia do Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), a convite do Goethe-Institut Porto Alegre viajou a Hamburgo, Alemanha, para selecionar fotografias de Leonore Mau que estão no acervo da Fundação S. Fischer.
A cineasta e fotógrafa Nathalie David que trabalhou por 20 anos com Leonore Mau e em 2005, por solicitação da Fundação S. Fischer, produziu o documentário “Diese Photographin heißt Leonore Mau” (Essa Fotógrafa se chama Leonore Mau), estará na finissage da exposição, em março de 2017 para apresentar o seu documentário e participar de uma mesa redonda com o curador da exposição.

Serviço:

Exposição “A Casa de Leonore Mau”
Galeria do Goethe-Institut Porto Alegre (24 de outubro,112)
Palestra e coquetel de abertura: 17 de novembro de 2016, 19h, no Goethe-Institut Porto Alegre, com palestra do escritor e ensaísta, Prof. Diedrich Diederichsen (Alemanha) 20h: Coquetel
Visitação: de segunda a sexta | das 10h às 19h30
Sábados: das 9h às 12h30
Domingos e feriados não há visitação
Entrada franca

 

Fonte: Guia21.sul21

O projeto pretende integrar as Missões Jesuíticas - Foto: Divulgação Setel

O projeto pretende integrar as Missões Jesuíticas – Foto: Divulgação Setel

O 1º Encontro de Governadores, Prefeitos e Vereadores do Circuito Internacional das Missões Jesuíticas da América do Sul foi marcado pela assinatura do termo de cooperação para que o conjunto dos atrativos jesuíticos seja a imagem turística sul-americana mundial. O evento, que ocorreu nesta semana, em Encarnación, província de Itapúa no Paraguai, contou com representantes de cinco países da América do Sul:  Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

No Brasil são necessárias ações para o desenvolvimento integrado da Região das Missões. As lideranças missioneiras do Rio Grande do Sul destacam a necessidade da pavimentação dos acessos de São Lourenço Mártir, em São Luiz Gonzaga, e São João Batista, no município de Entre-Ijuís, além da conclusão das obras do aeroporto de Santo Ângelo e a viabilização da ponte internacional entre Porto Xavier e San Javier.

Para o crescimento integrado da região missioneira, foi debatida a criação de uma agência de desenvolvimento, a execução de um plano de marketing para divulgação e promoção internacional, e a sinalização turística para todo o circuito internacional, com rota unificada entre Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia.

O encontro definiu que no início de 2017, na Feira Internacional de Turismo na Espanha, será apresentado integralmente o produto turístico ao mercado mundial. “A repercussão da exposição mundial, que vai acontecer, exigirá que os 26 municípios da Associação dos Municípios das Missões estejam preparados, à curtíssimo prazo, para receberem a demanda de turistas que virão conhecer a Região das Missões”, ressaltou José Roberto de Oliveira, coordenador brasileiro no desenvolvimento da Rota Turística Jesuítica-Guarani.

 

Fonte: www.rs.gov.br

palestra-crt
O COREM 3ª Região promoverá palestra sobre “Certificação de Responsabilidade Técnica”, no dia 10 de novembro de 2016, às 18h30min, no Auditório II da Faculdade de Biblioteconomia e Comunicação da UFRGS. A palestra será proferida pela Vice-presidente do COFEM, Inga Veitenheimer Mendes.
Demais informações:  
Conselho Regional de Museologia 3ª Região

cine20capitolio_joel20vargas_pmpa20007

A Cinemateca Capitólio estará promovendo nos próximos dias o Curso de Gestão de Acervos Audiovisuais que será ministrado pela Professora Fernanda Coelho especialista em Conservação de Acervos Audiovisuais.

Workshops do CEN 2016: inscrições abertas para cursos inéditos em Porto Alegre

1. GESTÃO DE ACERVOS AUDIOVISUAIS, com Fernanda Coelho
de 03 a 05 de Novembro das 14h às 21h, na Cinemateca Capitólio
(dia 03 até às 18h)
20 vagas * Investimento: R$ 200

Curso viabilizado em parceria com o Programa de Alfabetização Audiovisual e a Coordenação de Cinema,
Vídeo e Fotografia da Secretaria Municipal de Cultura – Prefeitura de Porto Alegre.

Mais informações e inscrições aqui

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSdQylZ-Fr6zaK7IChG6AelkOvDzgrjUV9KUzBNO8fpIDFUHdg/viewform?c=0&w=1

Participe!